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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Site divulga lista dos melhores filmes dos últimos 25 anos

Leonardo DiCaprio e Cristopher Nolan se destacam entre os 25 filmes da lista. O ator é protagonista de quatro filmes do ranking: Os Infiltrados (2006), A Origem(2010), Django Livre (2012) e O Lobo de Wall Street (2013). Já o diretor inglês é responsável por cinco dos 25 longas: Amnésia (2000), Batman Begins (2005),Batman, O Cavaleiro das Trevas (2008), A Origem (2010) e Interestelar (2014).

Confira em ZH. 

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Que horas ela volta? E o futuro, quando chega?

Sobre o núcleo de personagens que simboliza os patrões, nada de novo: um artista plástico mediano e acomodado, herdeiro da fortuna de um avô; uma executiva de nariz empinado, ciosa de sua imagem pública junto aos pares; e um pós-adolescente comum, que parece ter mais sentimento pela empregada do que pela própria mãe, que fracassa no vestibular e cuja ação mais arrojada na vida até então é o ato transgressor e revolucionário de...estar começando a fumar maconha. A grande novidade mesmo de “Que horas ela volta?” é Jéssica. Afinal, o perfil um tanto esquemático, mas verdadeiro, de uma família de classe média alta em suas crises existenciais burguesas e o perfil de uma empregada doméstica resignada com o destino é o que sempre tivemos neste país, há décadas. Isso é o passado. Um passado que teima em continuar existindo. Jéssica não. Ela é o presente. Ela é a realidade de milhões de brasileiras e brasileiros que hoje querem uma vida melhor, mais digna e mais cidadã. O que “Que horas ela volta?” não consegue anunciar, como de resto não estamos conseguindo nenhum de nós, é o futuro. O país que virá por ai nos próximos dez, quinze, vinte anos, após todas as mudanças sociais promovidas na última década e toda a forte reação a elas que se observa neste momento.

Confira o texto de Wagner Iglecias, no Jornal GGN. 

terça-feira, 23 de junho de 2015

Meryl Streep comemora 66 anos de glória

Não tem quem não goste de Meryl Streep. Uma das melhores atrizes de Hollywood, completa 66 anos de muito sucesso. Tricampeã do Oscar (de coadjuvante, por Kramer Vs. Kramer, em 1979; melhor atriz por A Escolha de Sophia, em 1982 e Dama de Ferro por 2012), ela sempre reivindicou pelos mesmos direitos que os homens tinham na indústria do cinema para as mulheres. E sempre esteve ciente que a idade chega e isso acaba prejudicando a carreira de qualquer atriz pela falta de papéis bons.  Durante muito tempo, teve que dividir o o sucesso dos filmes aos protagonistas masculinos: Dustin Hoffman em Kramer e Jack Nicholson em A Difícil Arte de Amar. O ano era 1994, tinha apenas 45 anos e Meryl conseguiu em O Rio Selvagem, de Curtis Hanson, como a mãe que pega em armas para proteger a família, levar um filme ao pódio do faturamento. E a partir daí, o sucesso não parou mais.

Confira no Correio Feminino, no Correio do Povo. 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Os melhores filmes sobre o fim da Segunda Guerra

Cada nação envolvida da Segunda Guerra Mundial tem sua maneira própria de recordar os acontecimentos ao fim do grande conflito. Assim, para outros países o 8 de maio de 1945, dia da capitulação da Alemanha nazista, não é tema necessariamente central de exploração cinematográfica.
Já em 1946, Roberto Rossellini rodou o filme em episódios Paisà, em que encenava a libertação da Itália das tropas alemãs, com grande impacto. Dois anos depois, documentava suas impressões da Berlim bombardeada pelos Aliados. Em Alemanha, ano zero, o menino Edmund, de 12 anos, vagueia pela metrópole devastada para garantir sua sobrevivência e de sua família.
No entanto, o diretor italiano constitui uma exceção: a maioria dos cineastas do pós-guerra preferiu lançar o olhar sobre os destinos de seus próprios compatriotas. Entre eles, o celebrado Andrzej Wajda, que traçaria em seus próximos filmes um panorama da Polônia nos últimos meses da guerra.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Lutas sociais são destaque nas estreias do cinema

Filmes que chegam nesta quinta-feira aos cinemas tocam na luta por direitos, em diferentes proporções. “Dois Dias, Uma Noite” — dos irmãos Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne — traz uma protagonista vivida pela atriz francesa Marion Cotillard, que, por esta atuação, foi indicada, pela segunda vez, ao Oscar de Melhor Atriz (na primeira, ela venceu com “Piaf — Um Hino ao Amor”, em 2008). No drama, que envolve o mundo do trabalho, ela interpreta Sandra, uma mulher que perde seu emprego, pois outros trabalhadores da fábrica preferem receber um bônus em vez de mantê-la na equipe. Ela descobre que alguns de seus colegas foram persuadidos a votar contra ela. 


Leia mais no Correio do Povo. 

sábado, 29 de novembro de 2014

Estudantes são detidos na Tailândia ao imitar saudação de "Jogos Vorazes"

Três estudantes foram detidos nesta quinta-feira (20) durante a estreia do filme "Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1" na Tailândia, após imitarem a saudação usada pelos personagens do filme como símbolo de rebelião.
Os jovens têm usado o gesto – com três dedos para cima – como forma de demonstrar descontentamento com o golpe militar, ocorrido no país em maio. No filme, o sinal é usado pelos cidadãos do país ficcional Panem para protestarem silenciosamente contra os autoritários do poder vigente.
O governo local proibiu o gesto e uma rede de cinemas de Bangcoc cancelou todas as exibições do terceiro filme da saga após os manifestantes adotarem o sinal como protesto. (...)

Confira no UOL Entretenimento.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Realismo estudantil

O filme argentino “O Estudante”, dirigido pelo estreante Santiago Mitre, gira em torno da política estudantil e do quanto ela pode ser bizarra, desonesta e estúpida. A trama foca no jovem Roque (Esteban Lamothe), que chega a Buenos Aires para cursar Ciências Sociais. Só que ele está mais preocupado em ir à festas, beber e transar. Até que conhece uma professora do curso, Paula (Romina Paula, de “Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual”), que o motiva sexual e intelectualmente.
Finalmente Roque encontra sua vocação, a de líder estudantil.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Vaticano reabilita filme de Pasolini sobre a vida de Jesus

O jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, reabilitou nesta semana o filme do diretor italiano Pier Paolo Pasolini, "O Evangelho segundo São Mateus".  A obra, que estreou há 50 anos, no Festival de Veneza, foi alvo de censura, na ocasião, por seu estilo "pouco sagrado", com um Jesus demasiado humano. 


Leia mais no Correio do Povo. 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Filme "Noé" é proibido na Malásia e Indonésia

A Malásia e a Indonésia proibiram a exibição épico norte-americano "Noé", que retrata a vida do profeta que construiu uma arca para salvar a humanidade, juntando-se a outras nações muçulmanas que baniram o filme.

As autoridades de censura dos dois países informaram que a exibição do filme estrelado por Russel Crowe e dirigido por Darren Aronofsky é contra as leis islâmicas. Representações de qualquer profeta do Islã são evitadas para evitar a adoração de uma pessoa em vez de Alá.

"A exibição do filme Noé não é permitida no país para proteger a sensibilidade e a harmonia na comunidade multirracial e multirreligiosa da Malásia", escreveu o presidente do Conselho de Censura Cinematográfica, Abdul Hamid, em um comunicado.


Leia mais no Correio do Povo. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Filmes franceses (de graça)

Ó o mais novo motivo pra não sair de casa nesse calor do inferno:
Até dia 17 de fevereiro está rolando o My French Film, um festival online de filmes franceses. São oito longas e dez curtas disponíveis para serem assistidos >>> de graça <<< por este site!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Bertolucci acredita que será lembrado como descobridor de jovens atrizes

O cineasta italiano Bernardo Bertolucci acredita que será mais lembrado pelo talento para descobrir jovens atrizes do que como diretor. A declaração foi dada em uma entrevista durante o festival de cinema AFI de Los Angeles, onde estreia a versão em 3D de "O Último Imperador". 

"Isso não me importa", responde ao ser questionado como gostaria de ser recordado. "Meus filmes estão aí e as pessoas podem assistir". "Mas às vezes sorrio ao pensar que serei mais recordado como um descobridor de jovens atrizes do que como diretor de cinema. Descobri tantas", completa o cineasta de 73 anos. 


Leia mais no Correio do Povo. 

sábado, 24 de agosto de 2013

Documentário“Repare Bem” traz à luz memórias da ditadura

O primeiro filme premiado desta safra do Festival de Cinema de Gramado 2013 estreia nesta sexta-feira em Porto Alegre. É o documentário “Repare Bem”, que recebeu o kikito de Melhor Longa-metragem Estrangeiro. Com direção da portuguesa Maria de Medeiros, o filme conta a história de duas brasileiras, mãe e filha. A mãe é Denise Crispim, que, durante a ditadura militar no Brasil ficou grávida do companheiro, o guerrilheiro Eduardo Leite, conhecido como Bacuri. Ele foi assassinado na prisão. Após o nascimento de sua filha, Eduarda, Denise viveu um período no Chile e depois se radicou na Itália, onde refez sua vida. Eduarda, hoje adulta, mora na Holanda. Mãe e filha receberam do governo brasileiro, recentemente, Anistia e Reparação, o que também é apresentado no longa.


Leia mais no Correio do Povo. 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Festa do cinema começa hoje em Gramado

O Festival de Cinema de Gramado entra na 41ª edição fortalecido. A abertura oficial está prevista para as 17h na Rua Coberta, com a apresentação da Orquestra Sinfônica de Gramado. Para a secretária municipal de Turismo, Rosa Helena Volk, responsável pela organização, o evento superou a desconfiança, após problemas com aprovação de leis de incentivo decorrentes do Natal Luz e conseguiu apoio do meio cinematográfico. 


Confira no Correio do Povo. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Filmes mudos de Hitchcock se tornam patrimônio mundial

Nove filmes mudos que o cineasta inglês Alfred Hitchcock dirigiu entre os anos de 1925 e 1929 foram incluídos no arquivo da Unesco, a organização da ONU em prol da educação, ciência e cultura, informou o jornal britânico The Guardian. Os filmes passaram por uma restauração. 


Confira no Correio do Povo. 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Com DiCaprio, "O Grande Gatsby" deslumbra pela estética

A quarta versão para o cinema de “O Grande Gatsby”, romance de Francis Scott Fitzgerald, feita por Baz Luhrman (“Moulin Rouge”), é uma das estreias nas telonas desta sexta-feira. O filme acerta na estética e peca no drama. É uma aula de estética cinematográfica, auxiliada por planos abertos e aéreos em 3D e nas reproduções das festas luxuosas do excêntrico milionário Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). A nova gravação, contudo, não tem a profundidade e a densidade dramatúrgica que o romance necessitava. 

A trama acompanha o aspirante a escritor Nick Carraway (Tobey Maguire) e seu deslumbre com a sociedade nova-iorquina, quando deixa o Centro-Oeste americano e chega a Nova Iorque em 1922. A cidade ainda na busca do sonho americano, com menos moral e mais jazz, mais luxo e contrabando. 


Mais no Correio do Povo. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Filme palestino é aplaudido de pé por cinco minutos em Cannes

A tensão sofrida pelos palestinos sob ocupação de Israel tomou conta das telas em Cannes nesta segunda-feira. Uma história de amor e traição foi aplaudida de pé por cinco minutos após o fim da sessão. "Omar" foi exibido na categoria "Certain Regard", com obras provocativas de diretores emergentes.


Leia no Correio do Povo.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Novo filme de Sofia Coppola retrata juventude narcisista

O novo filme da cineasta Sofia Coppola, "The Bling Ring", é a crônica de uma juventude rica, narcisista e obcecada por marcas e celebridades. O longa-metragem abriu nesta quinta-feira a mostra oficial Un Certain Regard do Festival de Cannes, revelando o lado bem-humorado de Coppola, que se inspirou em um grupo de assaltantes adolescentes de Los Angeles especializado em assaltar casas de famosos.

Os adolescentes - um menino e quatro meninas (incluindo Emma Watson, conhecida por seu papel como Hermione na saga "Harry Potter") - vivem na opulência com pais permissivos e ausentes, com pouco interesse nos estudos e passam o tempo dissecando as marcas carregadas pelo "povo". A verdadeira gangue, apelidada pela imprensa de "Bling Ring", consultava a agenda das celebridades na internet para roubar suas casas. Chegaram a furtar mais de 3 milhões em joias, roupas e sapatos.


Confira no Correio do Povo. 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Morre Ray Harryhausen, pioneiro dos efeitos especiais em Hollywood

Um dos grandes pioneiros dos efeitos especiais no cinema, Ray Harryhausen, conhecido por seu trabalho em filmes como "Jasão e os argonautas" (1963) e "Fúria de titãs" (1981), faleceu nesta terça-feira aos 92 anos em Londres. A informação foi dada pela família do especialista cinematográfico.


Confira no Correio do Povo. 

domingo, 31 de março de 2013

O que era bom para o Brasil

O Dia Que Durou 21 Anos expõe a participação dos Estados Unidos no golpe de Estado e a ascensão dos militares, além de algo mais. A possibilidade de ingerência americana foi por muito tempo tida como paranoia da esquerda. O filme de Camilo Tavares comprova com minuciosa documentação, imagens inquietantes e áudios surpreendentes que os militantes contra a política instalada estavam certos. Encontram-se lá registrados os telegramas trocados entre o diplomata e o presidente John Fitzgerald Kennedy e seu sucessor Lyndon Johnson. Entre os de calibre, aquele do Departamento de Estado que descreve a Gordon o início da Operação Brother Sam, ou seja, a etapa final na derrubada do mandatário João Goulart, recém-eleito pelo voto popular.

Conhecíamos a partir de documentários nacionais bem fornidos como Jango, de Silvio Tendler, a complexa tarefa posta em prática para tirar do poder o presidente brasileiro tido como comunista. Imagem essa reforçada, diz-nos o novo filme, por telejornais americanos ao compará-lo a Fidel Castro e o Brasil a uma nova Cuba. Ou, mais preocupante ainda, dizia Gordon, a uma China de versão ocidental. Para Kennedy, ele avalia que Goulart poderia se tornar um ditador de traço populista, como Juan Perón na Argentina. São alguns dos muitos exemplos audiovisuais do filme, pouco conhecidos até mesmo nos Estados Unidos, mas inéditos por aqui, assegura Tavares.


Confira na CartaCapital.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

"A Dama de Ferro" relega política a segundo plano para humanizar Margaret Thatcher

É verdade que por ser uma pessoa polêmica, talvez fosse complicado para a diretora escolher quem ela iria mostrar. Para os britânicos mais conservadores, Thatcher foi um modelo de resistência que transformou o Reino Unido em uma nação próspera. Mas, geralmente lembrada por sua personalidade ambiciosa e cruel, é ainda sinônimo de uma pessoa que fazia cortes públicos constantes e nunca se preocupou com os pobres. "Ela aumentou as taxas e fez com que os ricos ficassem mais ricos e os pobres não importassem. Ela nunca ajudou os pobres, mas agora vendo o filme, com ela doente assim, eu chego a ter dó", disse Claire Tottin, de 82 anos, ao final da sessão. Christian Wolmar, escritor e especialista em transporte, autor dos livros "Engine of War e Blood", Iron and Gold, rebate: "É bobo, apolítico, nonsense. Ame ou odeie Margaret Thatcher, o filme não fala sobre política, e sim sobre envelhecer."


(...)


Fato é que não chega a ser ruim demais, porque o elenco ajuda. Mas sua audiência comprova que está longe de ser o que esperava e a verdade é que ele seria melhor aproveitado se veiculasse como uma série de televisão, em vez de longa. Para o professor de Políticas a Ciências Sociais da Universidade de Westminster, Richard Barbrook, assistir ao filme está fora de cogitação. "Para a gente, que viveu sob o regime Thatcher, essa mulher é um monstro que causou tantos danos ao País que, ainda hoje, ele não se recuperou totalmente. Eu não posso imaginar nada menos prazeroso do que sair de casa para assistir a uma produção hollywoodiana que quer me fazer simpatizar com ela. Mesmo depois de tantos anos, aquela voz arrogante ainda me causa enjoo", diz. O que os seus leitores precisam saber é que o seu partido impôs suas políticas neo-liberais mesmo conseguindo apenas 42% do voto popular.




Confira a crítica ao filme, no Opera Mundi.