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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

À "companheira" número 1 da República - Marisa Letícia Lula da Silva: AS PALAVRAS QUE PRECISAVAM SER DITAS


Hildegard Angel

“Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa.

À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.


Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Não verás Lula nenhum

Leandro Fortes

Em linhas gerais, Luís Fernando Veríssimo disse, em artigo recente, que as gerações futuras de historiadores terão enorme dificuldade para compreender a razão de, no presente que se apresenta, um presidente da República tão popular como Luiz Inácio Lula da Silva ser alvo de uma campanha permanente de oposição e desconstrução por parte da mídia brasileira. Em suma, Veríssimo colocou em perspectiva histórica uma questão que, distante no tempo, contará com a vantagem de poder ser discutida a frio, mas nem por isso deixará de ser, talvez, o ponto de análise mais intrigante da vida política do Brasil da primeira década do século XXI.

A reação da velha mídia nativa ao acordo nuclear do Irã, costurado pelas diplomacias brasileira e turca chega a ser cômica, mas revela, antes de tudo, o despreparo da classe dirigente brasileira em interpretar o força histórica do momento e suas conseqüências para a consolidação daquilo que se anuncia, finalmente, como civilização brasileira. O claro ressentimento da velha guarda midiática com o sucesso de Lula e do ministro Celso Amorim, das Relações Exteriores, deixou de ser um fenômeno de ocasião, até então norteado por opções ideológicas, para descambar na inveja pura, quando não naquilo que sempre foi: um ódio de classe cada vez menos disfarçado, fruto de uma incompreensão histórica que só pode ser justificada pelo distanciamento dos donos da mídia em relação ao mundo real, e da disponibilidade quase infinita de seus jornalistas para fazer, literalmente, qualquer trabalho que lhe mandarem os chefes e patrões, na vã esperança de um dia ser igual a eles.

Vejam o texto completo no blog BRASÍLIA, EU VI

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Burburinho: FHC escreveu carta-testamento com medo da Satiagraha

O Conversa Afiada reproduz comentário de Stanley Burburinho, publicado, antes, no Blog do Nassif .

Clique aqui para ler a agressiva carta-testamento que FHC escreveu no PiG, antes de se precipitar no ostracismo .

Note o amigo navegante que foi o Conversa Afiada que denunciou o investimento do instituto do Farol nos fundos do Dantas, o “brilhante”, aquele passador de bola apanhado no ato de passar bola.

Quem passou a informação ao Conversa ?

Stanley Burburinho ?

Por falar nisso: quem será Stanley Burburinho ?


Vejam mais no blog CONVERSA AFIADA

FHC agride Lula para escapar da irrelevância

A inveja tem a vantagem de corroer o invejoso por dentro

O Farol de Alexandria subiu o tom.

Rasgou a fantasia.

Despiu-se do pudor que convém a ex-presidentes.

Agora, ou vai ou racha.

Ou os holofotes do PiG (*) se voltam para ele, ou desaparece.


Vejam o texto completo no blog CONVERSA AFIADA

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Pesquisadores japoneses identificam área do cérebro ligada à inveja

Uma equipe de cientistas japoneses conseguiu identificar a região do cérebro que controla o sentimento de inveja. A descoberta poderá ajudar os profissionais da área de saúde a lidar melhor com pessoas que sofrem do problema.

"A inveja pode levar uma pessoa a praticar um ato destrutivo e até criminoso para conseguir o que deseja", explicou Hidehiko Takahashi, 37 anos, pesquisador-chefe do Departamento de Neuroimagem Molecular do Instituto Nacional de Ciência Radiológica, localizado no subúrbio da capital japonesa.

(...)

Quando os voluntários sentiam inveja, a parte do córtex dorsal anterior do cérebro era ativada. "Pessoas muito invejosas tendem a ter uma grande atividade nessa região do cérebro, que é responsável pela dor física e também é associada à dor mental", contou o pesquisador.

Os cientistas também perceberam que outra parte do órgão, o corpus striatum, que é associado a sentimento de alegria ao recebermos um prêmio, por exemplo, era também estimulado quando as cobaias liam um capítulo que descrevia problemas com outras personagens.

Segundo os especialistas, isto indica que as pessoas invejosas sentem mais prazer com a desgraça alheia.


Vejam o texto completo na BBC Brasil