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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Brasil não aceita versão dos EUA sobre bases militares

O governo brasileiro não aceitou a versão dos Estados Unidos sobre as bases militares que o país quer usar na Colômbia. O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, general Jim Jones, ouviu o­ntem no Palácio do Planalto que o acordo sobre as bases "parece resquício da Guerra Fria".

A declaração engrossa a lista de divergências entre Brasília e Washington e pode pôr em risco a expectativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de construir uma relação bilateral mais profunda com o governo de Barack Obama.

"Afirmei que o presidente Lula manteve muito boas relações com o ex-presidente (George W.) Bush e alimenta uma expectativa ainda maior com Obama. Portanto, esperávamos que essa expectativa não viesse a ser frustrada", afirmou o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia.

O general leva para os EUA um recado: "Não desperdicem essa opinião favorável que existe no continente sobre Obama", contou Garcia.

Vejam mais em KAOSENLARED.NET

sexta-feira, 6 de março de 2009

Marco Aurélio Garcia , o "agente" de Álvaro Uribe

O mesmo Marco Aurélio Garcia, que alguns célebres colunistas seguem nomeando sem nenhum pudor como “simpático” às Farc, apareceu em 2008 no computador de Raúl Reyes como inimigo da organização.

O assessor “ideológico” de Lula, no início da semana, foi calorosamente cumprimentado pelo Presidente Uribe em Brasília.

Vale continuar lendo no Luis Nassif.

domingo, 31 de agosto de 2008

INTEGRAÇÃO DA AMÉRICA DO SUL - Países sul-americanos poderão cooperar com produção do pré-sal

Para o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, produção do petróleo do pré-sal pode contribuir para uma estratégia de integração das cadeias produtivas da América do Sul. "Só para citar um número, a Petrobras terá que encomendar 200 navios. Hoje não há capacidade de produção de 200 navios no mundo. Temos interesse em que essa demanda estimule o processo de industrialização ou reindustrialização da America do Sul", diz Garcia.

BRASÍLIA - Os países da América do Sul poderão cooperar com o complexo industrial destinado à produção do petróleo do pré-sal, dentro de uma estratégia de integração das cadeias produtivas na região. Essa é a visão do assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia.

Na exploração das reservas de petróleo do pré-sal e outros poços em exploração, a Petrobrás prevê uma expansão da sua frota de navios em mais 200 novas embarcações. Trata-se de uma demanda capaz de sustentar um ciclo de industrialização complementar com diferentes parceiros da região, estreitando os laços na formação de um sistema econômico integrado que não se limite a conectar atividades já existentes, mas também a criar novas dinâmicas inteiramente ancoradas numa complementariedade sul-americana.


Vejam a entrevista completa, que inclui outros temas além do petróleo, na Agência Carta Maior.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Das obscenidades midiáticas

Carta aberta a Marco Aurélio Garcia, por Maurício Thuswohl, na Carta Maior.

Trechos:

"Seu gesto foi obsceno, professor. Trata-se de um gesto clássico. Mas, foi um gesto roubado por uma câmera indiscreta. Gesto que, tenho certeza, jamais seria cometido em público. Um amigo meu que trabalha na líder de audiência em Brasília me contou que os cinegrafistas são orientados a "prestar atenção para ver se tem alguma cortina aberta" nas principais salas do Palácio do Planalto. Devem, por orientação da chefia, estar atentos para flagrar eventuais movimentos comprometedores de figurões do governo. Isso também é obsceno."

"A pressa de alguns setores em culpar o governo pelo desastre também foi obscena, professor. O jornal de maior circulação no Rio estampou "as autoridades debocham... e a gente chora", com uma foto de arquivo da ministra Marta Suplicy dando uma gargalhada. Outro jornal publicou uma charge na qual, em alusão aos Jogos Panamericanos, o presidente Lula pendura uma medalha de ouro no pescoço da morte. Um colunista de um jornal de grande circulação em São Paulo escreveu "relaxa e morre". Foi feia a coisa."

Leia o texto completo na Agência Carta Maior.