sábado, 23 de maio de 2009
Crise e identidade
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– O Projeto Temático que o senhor coordena engloba uma ampla gama de estudos sobre a fundação do Brasil enquanto Estado e nação. Há um eixo central que perpassa toda essa produção acadêmica?
Quando começamos a discutir essas questões, nos chamou a atenção a extrema atualidade do período histórico que abordamos. Dois eixos específicos, embora ninguém falasse disso na época, eram de uma atualidade até mesmo angustiante: a importância da questão da identidade nacional e a absoluta centralidade do conceito de crise. Esses foram dois grandes vetores dos estudos. Eu diria que a macroquestão é: como se dá, em um período fundamental da formação da nação brasileira, a reorganização da tessitura do todo e das partes.
Vejam a entrevista completa no Jornal da Ciência(SBPC)
sábado, 7 de março de 2009
A crise de 1929 e a de agora, 80 anos depois
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O que chamam de “crack” da Bolsa de 1929 ficou pairando 4 anos, sem nenhuma intervenção oficial. Roosevelt era governador de Nova Iorque (1928-1932) e só assumiria a Casa Branca em 5 de março de 1933. Aí, sim, tomando as providências enérgicas e necessárias, estatizando tudo, desde energia, a metrô, água, ferrovias, nada parecido com o que se faz agora. Quando “compram” 36 por cento das ações do Citibanque, ações que serão devolvidas não demora muito.
Leia o artigo completo de Hélio Fernandes na Tribuna da imprensa. Ou aqui embaixo, no espaço do primeiro comentário (a Tribuna não disponibiliza linque permanente para seus artigos, antes de os enviar para seu arquivo, alguns dias depois da publicação).
Economist: Modelo econômico antiquado ajuda a proteger Brasil da crise
Alguns aspectos ditos antiquados da economia do Brasil estão agora ajudando a conter os estragos provocados pela atual crise mundial, diz a revista The Economist em sua edição desta semana.
Em reportagem intitulada "Colhendo os frutos da indolência", a publicação lembra que até pouco tempo atrás a influência "dominadora" do Estado sobre o setor financeiro vinha "atrasando" a economia brasileira.
"Mas nas novas circunstâncias, essas políticas lamentáveis repentinamente parecem distantes e deram à crise global uma cor diferente no Brasil", diz o texto.
"Outros países estão tentando descobrir como administrar bancos e crédito direto. Isso é algo que o Brasil fazia mesmo quando já estava fora de moda", afirma a revista. "Mas é um sinal dos tempos o fato de recentemente, em uma pesquisa sobre o Brasil, o (banco de investimentos) Goldman Sachs ter citado o envolvimento do Estado nos bancos como algo positivo."
Continue lendo na BBC Brasil.
domingo, 1 de março de 2009
Crise legitima comando permanente do Estado sobre sistema financeiro
Refundar a governança econômica para além da ruína financeira global - é disso que se trata hoje - requer marcos históricos distintos dos cercamentos ideológico que até agora delimitavam as tímidas diferenças entre projetos de desenvolvimento. O elo comum entre eles, assim como entre 29 e 2009, segundo o economista Fernando Ferrari, presidente da Associação Keynesiana Brasileira, era a subordinação política à agenda da auto-regulação dos mercados. Seu fracasso coloca na ordem do dia o comando permanente do Estado sobre o sistema financeiro.
Carta Maior, com entrevista de Fernando Ferrari AQUI.
Seminário em Brasília sobre a crise e o desenvolvimento
Mais informações AQUI.
Mobilidade Social: A imprensa ignora o Brasil
Já se passou mais de uma semana da divulgação, pela Fundação Getúlio Vargas, da pesquisa sobre a mobilidade social no Brasil. As conclusões são interessantes e deveriam estar inspirando debates muito mais ricos do que tem sido admitido pela imprensa sobre o nosso modelo econômico e as chances brasileiras diante da crise mundial.
Aliás, uma leitura cuidadosa do estudo autoriza a jogar no lixo muita coisa que se tem publicado ultimamente sobre macroeconomia, crise, programas de inclusão social e alguns outros temas muito em voga.
Leitura completa AQUI. Dica do blog Ainda a mosca azul.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Tailândia elege terceiro primeiro-ministro em menos de um ano
Continue lendo sobre a crise política da Tailândia, na Folha Online.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Tailândia: Dissolução do partido governista não resolve a crise
"O impacto será importante, crítico, possivelmente catastrófico", afirma à AFP Thitinan Pongsudhirak, analista político da Universidade Chulalongkorn de Bangcoc.
"Eliminaram quase uma geração inteira de políticos tailandeses", argumenta.
Um total de 75% dos políticos do país, membros das diretorias dos partidos dissolvidos, foram punidos por fraude nas eleições de dezembro de 2007, que terminaram com o governo militar depois que o ex-premier Thaksin Shinawatra foi derrubado por um golpe de Estado em 2006.
Os seguidores da Aliança do Povo pela Democracia (PAD), rivais de Thaksin, protestavam desde maio contra o governo, que acusavam de ser um fantoche do ex-primeiro-ministro.
Giles Ji Ungpakorn, também analista político da Chulalongkorn, afirmou que o veredicto é um "golpe de Estado judicial" e criticou a participação cada vez maior dos tribunais na vida política do país.
"Não vai resolver os problemas. Mostra que a elite se alinhou contra o governo e contra a maioria dos eleitores".
A sentença represente o fim político do cunhado de Thaksin, Somchai Wongsawat, mas não necessariamente o fim do governo.
O Partido do Poder do Povo (PPP) anunciou que seus membros se reagruparão em uma nova formação e pretendem apresentar uma nova candidatura ao posto de premier.
Notícia completa da EFE, no Google News.
Mortes por cólera chegam a 473 no Zimbábue, diz OMS
Um surto de cólera no Zimbábue já matou pelo menos 473 pessoas entre agosto e o dia 30 de novembro, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
A entidade afirmou que a doença afeta a maioria das regiões do país e mais de 11,7 mil casos foram registrados no mesmo período.
"Surtos de cólera no Zimbábue ocorrem anualmente desde 1998, mas as epidemias anteriores nunca alcançaram as proporções de agora. O maior surto ocorreu em 1992, com 3 mil casos registrados", afirmou a OMS em uma declaração em seu site.
A contaminação pela doença piorou com o colapso do sistema de saúde e saneamento do Zimbábue, em meio a uma prolongada crise econômica e política.
A notícia continua na BBC Brasil.
Manifestantes decidem deixar aeroportos na Tailândia
Manifestantes de oposição da Tailândia decidiram nesta terça-feira encerrar os protestos que vinham impedindo o funcionamento dos dois aeroportos de Bangcoc durante mais de uma semana, deixando milhares de turistas sem poder sair do país.
A decisão foi tomada depois que a Corte Constitucional do país determinou que o partido governista seja dissolvido e o primeiro-ministro, Somchai Wongsawat, seja afastado do poder e banido da política por cinco anos, devido a acusações de fraude eleitoral.
Mais na BBC Brasil.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Soldados protestam no Zimbábue por falta de pagamento
Cerca de 40 soldados do Exército iniciaram um tumulto que teve que ser dispersado pela tropa de choque da polícia em Harare, capital do Zimbábue.
Os soldados começaram a saquear lojas depois de esperar um dia inteiro em uma fila de banco. O protesto começou após o banco informar que não tinha dinheiro o bastante para pagar os salários.
A tropa de choque precisou utilizar gás lacrimogêneo para dispersar o tumulto criado pelos soldados. Alguns civis também participaram do protesto, a pedido dos militares.
Mais na BBC Brasil.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Tailândia: Protestos paralisam aeroporto
Centenas de manifestantes invadiram e assumiram o controle do aeroporto internacional de Bangcoc, na Tailândia, em uma tentativa de derrubar o atual governo.
Três mil passageiros ficaram presos no aeroporto de Suvarnabhumi por várias horas, mas há relatos de que já estariam sendo retirados do local. Todas as estradas de acesso ao aeroporto estão bloqueadas.
Os manifestantes teriam ocupado a torre de controle e dizem que as aeronaves que desejam pousar no local devem pedir sua permissão. Todas as decolagens foram suspensas.
Mascarados e levando bandeiras tailandesas e armas improvisadas os manifestantes invadiram o aeroporto na terça-feira.
Mais na BBC Brasil.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Paquistão busca apoio do FMI para evitar calote
Autoridades do Paquistão se reúnem nesta terça-feira, em Dubai, com representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI) em meio a uma crise na balança de pagamentos que ameaça o pagamento da dívida externa do país.
O FMI diz que o Paquistão precisa de US$ 10 bilhões nos próximos dois anos para manter o pagamento da dívida e estabilizar a economia.
O país afirma que necessita de US$ 4 bilhões apenas para evitar o calote da dívida. Segundo o correspondente da BBC em Karachi Ilyas Khan, esse montante precisa ser recebido em um mês.
Mais na BBC Brasil.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Colombianos esperan amaine crisis institucional
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Crise? Que crise? A da tapioca...
. Muito impressionado com a freqüência com que o PIG usa a palavra "crise", o Conversa Afiada pediu essa explicação a Giuliana Ragusa, professora de Língua e Literatura Grega da USP.
. O PIG usa a "crise" todo dia, toda hora (nos portais na internet) para designar qualquer evento que se possa transformar num instrumento para derrubar o Presidente Lula – já que não é outro o objetivo do PIG, senão, o golpe de Estado.
Nesta sua coluna, instrutiva e divertida, Paulo Henrique Amorim demonstra a eterna (re)construção da crise, pelo PIG, o Partido da Imprensa Golpista, com uma extensa cronologia. Confira no Conversa Afiada.