Aécio provoca Apagão na Light, aparelhando com políticos demotucanos do racionamento.
Vejam mais no blog OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA
Para completar o vexame, um leitor descobriu um parágrafo inteiro plagiado do Wall Street Journal na mesma reportagem. Avisada por ele da fonte do texto, a reportagem respondeu de novo com arrogância e mentiu, referindo a informação a um pesquisador da Pensilvânia. O leitor contactou o pesquisador americano e desmascarou a farsa. Como se vê, não são só grampos que a Veja inventa.
A Revista Época (Organizações Globo) entrevistou o governador de Minas, Aécio neves, sem perguntar pelo óbvio.
Se um repórter minimamente competente entrevistasse Aécio Neves qual seria a pergunta inevitável? O mensalão tucano em que estão envolvidos muitos de seus secretários, é claro.
Conversei com jornalistas e assessores que cobriram o acidente. Na primeira entrevista do presidente da TAM foi mencionado o problema do reverso. A questão é que os repórteres só estavam interessados em levantar hipóteses relacionadas com a pista recém-reformada. Não davam ouvidos a mais nada. E porque isso? Porque saíam das redações com a incumbência de testar apenas uma hipótese – a hipótese Kamel, graças ao poder de orquestração do "Jornal Nacional".projetobr.ig.com.br - Testando argumentos
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O que existe, em jornalismo, é a verdade factual, como sublinhava Hannah Arendt. No mais, o respeito da máxima latina, in dubio pro reo, e o banimento sumario e definitivo da mentira e da omissão.Blog do Mino - Da “teoria das hipóteses”
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Ontem o Ali Kamel publicou uma coluna na página de Opinião do “Globo”, “A grande imprensa”.Nassif - A notícia órfã
Sobre a cobertura do acidente da TAM, Kamel se defende: “A grande imprensa se portou como devia. Como não é pitonisa, como não é adivinha, desde o primeiro instante foi, honestamente, testando hipóteses, montando um quebra-cabeça que está longe do fim”.
“Testando hipóteses” é outro nome para falta de discernimento. Em qualquer cobertura competente, enquanto o quadro não está claro montam-se cenários de investigação, análise de probabilidade, linhas de investigação. Evitam-se afirmações peremptórias, e apela-se para a criatividade para produzir manchetes de impacto sem recorrer conclusões taxativas. [...]
Nem vale a pena comentar as acusações generalizantes e conspiratórias de Kamel, na seqüencia do artigo, contra os críticos da cobertura. Ele não está escrevendo para os leitores. Apenas se justificando para os donos da empresa.
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Paulo Henrique Amorim – Você que já viu muita água por baixo da ponte, você já viu a mídia brasileira tão unida e tão feroz?::iG - Conversa Afiada - “ELITE NÃO ENGOLE LULA, COM OU SEM JOBIM”
Mauricio Dias – Nunca! Nunca! Teve um momento que houve uma aproximação disso, foi em 64, exatamente, quando a mídia toda apoiou o golpe de 64. Inclusive alguns arautos aí hoje da liberdade de imprensa apoiaram o golpe e acabaram, enfim, tendo um papel...
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O primeiro passo é dizer não a mídia golpista, cancelando assinaturas de jornal, convencendo amigos e parentes a fazer o mesmo, boicotando programas de TV e patrocinadores de programas de TV.Vi o Mundo - O que você nunca pôde ver na TV
E desmascarar, sempre que possível (na internet, por carta, fazendo sinais de fumaça) as mentiras, distorções e omissões dos barões da mídia, deixando claro que eles agem de olho numa agenda que interessa a eles, não necessariamente ao Brasil.
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A comoção até pode justificar algumas dessas falas, mas só a demagogia barata justifica a utilização da profunda dor dos familiares das vítimas para tirar proveito político do episódio. Merval Pereira, colunista de O Globo, experiente que é, usou alguma sutileza mas praticamente acusou Lula de homicídio. Já Diego Casagrande, arremedo local de periodista, responsabilizou diretamente o governo federal pelo acidente. Até os colunistas mais medrosos, que geralmente dão uma no cravo e outra na ferradura, entraram na onda e disseram que o governo federal terá de convencer as pessoas de que a culpa não foi sua. Isso tudo no primeiro e segundo dias, antes que surgissem as imagens que mostram o avião numa velocidade muito acima do normal na pista e antes que se soubesse da falha no reversor. E agora Josés? Estamos assistindo aos tristes enterros das vítimas. E quase simultaneamente, o das versões.RS URGENTE - UOL Blog
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É obvio que a mídia golpista deitou e rolou nos últimos dias, oferecendo ao público uma farofa que mistura o acidente da Gol com o acidente da Tam e mais a greve dos controladores e atirando tudo no colo do Lula.Vi o Mundo - O que você nunca pôde ver na TV
Os objetivos da mídia a gente já sabe: enfraquecer o Lula de olho nas eleições municipais de 2008.
É a única explicação razoável para tanto exagero, distorção, omissão e mentira.
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O que os bons escritores já sabiam é que as desgraças podem ser bem exploradas por quem não tem escrúpulos. No Cândido, de Voltaire, também existem referências ao terremoto de Lisboa (cap. VI, De como se fez um belo auto-de-fé para evitar os terremotos, e de como Cândido foi açoitado):Pseudo-caos: O "pesar agradável" e a exploração da desgraça
Depois do tremor de terra que destruiu três quartas partes de Lisboa, os sábios do país não encontraram meio mais eficaz para prevenir uma ruína total do que oferecer ao povo um belo auto-de-fé; foi decidido pela Universidade de Coimbra que o espetáculo de algumas pessoas queimadas a fogo lento, em grande cerimonial, era um infalível segredo para impedir que a terra se pusesse a tremer.
O paralelo com o espetáculo midiático golpista é óbvio.
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