terça-feira, 20 de março de 2012
Da utopia à revolta, da indignação à revolução
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Las olimpiadas y la geopolítica
Se supone que las olimpiadas modernas tienen que ver con dos cosas: promover la paz por todo el mundo mediante una competencia no violenta que esté por encima de la política, y exaltar los logros atléticos. Sin duda casi todos los atletas entran en las competencias olímpicas teniendo en mente lo segundo. Pero promover la paz parece ser casi la última cosa en la mente de los gobiernos cuyo respaldo de sus estructuras atléticas ha sido siempre crucial para el éxito de sus participantes nacionales.
(...)
Para la tercera ronda, Río de Janeiro emergió victorioso con dos tercios de los votos, lo que es un margen inusualmente amplio. No es difícil discernir por qué ocurrió así. Aunque Río es una sede atractiva en sí misma, los miembros del COI votaron menos por Río de Janeiro que por Brasil. Los tres otros candidatos fueron todos del norte –Estados Unidos, España y Japón-. Brasil representaba al sur.
El argumento público principal del presidente Lula es que Sudamérica es el único continente que nunca ha sido anfitrión de los Juegos Olímpicos de Invierno. Eso es cierto, pero pienso que Fidel Castro estaba más en lo cierto cuando de modo exultante describió la votación como un triunfo del tercer mundo
.
Y no sólo fue cualquier país del tercer mundo el que ganó la votación. Fue Brasil, uno de los gigantes del sur que se levantan. Lula mismo dijo después de la votación: Brasil pasó de ser un país de segunda a uno de primera clase, y ahora comenzamos a recibir el respeto que merecemos
.
Vejam o texto completo em REBELION
sábado, 26 de abril de 2008
O presidente Lula, quando soube da descoberta e do volume de reservas possível, retirou do nono leilão, corretamente, 41 blocos que circundavam o campo de Tupi e eram dessa nova província. Certamente ele está sofrendo pressões fortíssimas para recolocar esses blocos em leilão. Acho que o povo, junto com as entidades representativas da sociedade, deve apoiar e ao mesmo tempo pressionar o governo para suspender os leilões e propor mudanças na Lei 9478/97, até porque ela é cheia de incoerências.
Saiba de outras informações cruciais nesta entrevista com diretor da Aepet (Associação Engenheiros da Petrobrás), Fernando Siqueira, no Correio da Cidadania. (Dica do Nelson Grohs)
terça-feira, 3 de julho de 2007
"O tabaco é um produto defeituoso. Mata metade de seus consumidores"
Com o número de fumantes se ampliando em nações pobres, especialmente entre adolescentes, a taxa de morte anual subirá para 8,3 milhões nos próximos 20 anos." Leia no JB.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Inveja do pênis? Muito maior é a inveja da vagina!
N.E. - Acho que é por inveja que os homens permitem e incentivam um troço desses.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Richard Rorty, 1931-2007
“A esperança está na imaginação do terceiro mundo” (R. Rorty)
Muito criticado quer pela direita quer pela esquerda, quiseram-no fazer dele um teórico do liberalismo. Mas a verdade é que Rorty era um activista ferrenho contra os chefes, as oligarquias e as grandes empresas, e não escondia a sua simpatia pela esquerda libertária que enfrenta o poder estabelecido. Contra a velha esquerda e nova esquerda Rorty era igual a ele mesmo ao defender uma «Nova Velha Esquerda» . Nos últimos anos, o anti-filósofo surpreendeu os críticos quando começou a intervir cada vez mais em política. Assim, num ensaio de 1997 apelou às universidades para regressarem a uma política de esquerda e "que, no essencial, visava impedir que os ricos desvalorizem o resto da população."
domingo, 10 de junho de 2007
Confissões de um mercenário econômico
Foi lançada finalmente a tradução em português do já famoso livro de John Perkins «Confession of an economic hit man» numa edição da Gestãoplus ( editora Pergaminho) sob o título Confissões de um mercenário económico, a face oculta do imperialismo norte-americano.
Mas quem já ouviu falar de um mercenário económico?
John Parkins sabe tudo acerca deles porque foi um deles
A sua missão consistia em levar os governos de países em vias de desenvolvimento a pedir empréstimos ao banco Mundial ou ao FMI – empréstimos que não podiam pagar – para desenvolver infra-estruturas essenciais. Esse dinheiro era posteriormente investido em contratos com empresas americanas e os empréstimos tinham de ser pagos pelos contribuintes do país devedor. Quando o país não conseguia pagar o empréstimo, ficava à mercê das regulamentações do BancoMundial – e dos seus agentes americanos. Esta era, segundo Perkins, uma maneira de os EUA expandirem o seu império e enriquecerem à custa do Terceiro Mundo.