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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

CIA financia combate às Farc na Colômbia há 10 anos, diz jornal

A agência de inteligência americana vem ajudando há uma década o Exército colombiano a combater as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, grupo guerrilheiro que está fragilizado após 50 anos de existência.
A fraqueza decorre do apoio americano, que já permitiu ao governo colombiano matar mais de 20 líderes rebeldes, afirma reportagem do "Washington Post" de ontem.


Notícia da Folha de São Paulo, disponível em Colagens do Umbigo e da Mosca Azul. 

quinta-feira, 17 de março de 2011

ONU dá sinal verde para imperialismo agredir a Lìbia

O Conselho de Segurança da ONU estabeleceu nesta quinta-feira (17) a propalada "zona de exclusão aérea" na Líbia, autorizando “todas as medidas necessárias” para um ataque contra as forças regulares do exército, que enfrenta no momento uma guerra civil.

A resolução foi aprovada com 10 votos a favor, cinco abstenções e nenhum voto contra. Brasil, China, Índia, Alemanha e Rússia foram os países que se abstiveram na votação. O texto exclui explicitamente "qualquer tipo de ocupação estrangeira em qualquer parte do território líbio", o que faz com que os Estados Unidos tenham de renegociar uma possível incursão armada no Conselho em um futuro próximo.


Vejam mais detalhes no PORTAL VERMELHO

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Arriando a bandeira do século americano

Em 1962, a historiadora Barbara Tuchman publicou um livro acerca do início da Primeira Guerra Mundial e o intitulou As armas de agosto ( The Guns of August ) . Chegou a ganhar um Pulitzer. Ela estava, é claro, recordando eventos que haviam ocorrido quase 50 anos antes e tinha à sua disposição documentos e informação não disponíveis aos que participaram da guerra. Eles atuaram, como disse o secretário de Defesa da era vietnamita Robert McNamara, no calor da guerra.

Então, como estamos nós neste agosto de 2010, com as armas pipocando numa guerra no Afeganistão enquanto tentamos nos safar de outra no Iraque? Onde estamos, enquanto impomos sanções sobre o Irã e a Coréia do Norte (e ameaçamos pior do que isso), enquanto mandamos nossas mais recentes maravilhas em armamentos, mecanismos automáticos equipados com bombas e mísseis, sobre as fronteiras tribais do Paquistão, Iêmen e quem sabe onde mais, encarregados de infindáveis "matanças dirigidas" que, em épocas mais duras, chamávamos de assassinatos? Onde exatamente estamos, enquanto continuamos a fortificar a maior parte do globo mesmo quando nosso país está incapacitado de pagar por serviços básicos?


Vejam o texto completo em RESISTIR.INFO

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Los soldados desalojan a los periodistas del aeropuerto de Haití

El Ejército estadounidense ha logrado finalmente expulsar a los periodistas extranjeros alojados en el aeropuerto de la capital haitiana Puerto Príncipe, a pesar de las negociaciones puestas en marcha para que pudiesen seguir informando sobre las consecuencias del seísmo desde el aeródromo.

Los soldados de EE UU, que controlan las instalaciones, conminaron este jueves a los informadores extranjeros a salir del aeropuerto a petición del Ministerio de Transporte de Haití, explicó en Washington un funcionario de la administración de Barack Obama. Según este portavoz, fue el Ministerio de Transporte de Haití el que tomó esta decisión, al entender que debían restablecerse "los procedimientos de seguridad en el aeropuerto que existían antes del terremoto".

Vejam mais em EL PAÍS.COM

sábado, 12 de setembro de 2009

Bases militares dos EUA na Colômbia esmagam movimentos revolucionários

Robson Braga *
Adital -
A instalação de sete bases militares dos Estados Unidos na Colômbia - prevista ainda para este mês - reabriu o debate sobre o pretexto utilizado pelo país norte-americano para encobrir seu real objeto na América Latina. O Plano Colômbia - estratégia militar iniciada em 2000 pelos EUA - foi justificado, inicialmente, como forma de combater o narcotráfico na América Latina, já que a maior parte das drogas produzidas seria consumida em território estadunidense.

De acordo com o coronel-aviador da Força Aérea Brasileira, Sued Castro Lima, a maior parte das drogas consumidas nos EUA é produzida no próprio país. Para ele, a intervenção estadunidense na Colômbia serve para "promover o esmagamento dos movimentos populares ou revolucionários que surgem na América Latina e intimidar ou neutralizar iniciativas regionais autônomas nos campos econômicos e de defesa, como é o caso da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL)".

Vejam mais em ADITAL

Guerra avisada

1
Para que não digam que não os avisei: há anos escrevo que todo país com hidrocarbonetos tem uma guerra no seu futuro e que o plano mestre dos Estados Unidos é atiçar um conflito entre a Colômbia e a Venezuela para ficar com as ruínas de ambas. Mas um prognóstico não é uma fatalidade. Já examinámos as debilidades que podem vitimar-nos. Estudemos as forças que podem salvar-nos.

2
Um conflito contra a Venezuela é um conflito contra a região. Disse Bolívar que para nós a Pátria e a América. A intrusão de forças estrangeiras invade-nos a todos. São objectos das bases militares dos Estados Unidos os hidrocarbonetos, a água doce e a biodiversidade do Equadro, Brasil e Venezuela e então os da Bolívia, Paraguai, Argentina e o resto da América do Sul. O Brasil é, conforme o ano, a sexta ou a sétima economia do mundo, o oitavo produtor de armamentos e entre os seus 176 milhões de habitantes poderia erguer-se um exército que a partir da sua força actual de 361.928 soldados superará amplamente os 459.687 efectivos que registava o orçamento da Colômbia em 2007. O Grande Exército de Napoleão afundou-se nas vastidões da Rússia; os 8.547.000 km2 do Brasil poderiam ser o túmulo de muito paramilitar. Qualquer agressão nuclearia em torno do Brasil quase toda a região; a União Europeia, a Rússia e a China pressionariam contra o desequilíbrio de poder na zona. Por outro lado, do nosso lado estaria Cuba, que derrotou os Estados Unidos em Playa Girón e o apartheid na África do Sul. É demasiado para uma figurinha que alega não poder controlar o seu próprio território.


Vejam mais em RESISTIR.INFO

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Noam Chomsky : 'EUA exacerbam tensão na América Latina'

O linguista e teórico americano Noam Chomsky criticou "a mentalidade imperial" dos Estados Unidos, país ao qual acusou de "exacerbar tensões nos países latino-americanos". Durante palestra, nesta segunda-feira (24), em Caracas, ele afrmou que as bases norte-americanas na Colômbia são parte de um esforço mais amplo para recuperar a capacidade de Washington para a intervenção no continente.

"Anteriormente,(os EUA) ajudavam golpes de Estado ou intervenções militares: esta capacidade diminuiu, mas não desapareceu",advertiu Chomsky, um dos intelectuais mais prestigiosos da esquerda internacional.


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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Golpe Militar em Honduras: Foi também contra Obama?

Dois fatos, três cenários, a resposta, duas premissas, duas perguntas, duas consequências e cinco conclusões.
OBSERVATÓRIO INTERNACIONAL DA CRISE*

Fatos: Honduras, 7.5 milhões de habitantes, um dos menores e mais pobres países da América Latina (com 60% de pobreza), chamada “Banana Republic” pelo controle absoluto que exerceu a United Fruit Company dos EUA. Base de lançamento de operações militares abertas e encobertas dos Estados Unidos contra outros países, sede da base militar estadunidense “Soto Cano” (em Palmerola) (nota 1), com uma história de golpes militares apoiados pelos EUA.

Manuel Zelaya, o presidente democraticamente eleito, teve sua casa assaltada por militares na madrugada de 28 de junho de 2009. O presidente foi sequestrado pelos militares, retirado violentamente, vestindo em pijamas, colocado em um avião, levado à Costa Rica e deixado na pista. Instala-se um governo de fato, cortam a energia, as comunicações, o rádio e a televisão da população, impõem restrições à livre mobilização e demais liberdades. A população desarmada se movimenta em oposição ao golpe, o exército reprime, dispara, assassina e fere a muitos cidadãos em protestos pacíficos e desarmados. Múltiplas violações de direitos humanos.Meus “delitos”, diz o presidente derrubado:

a.- Propor uma consulta à população sobre se ela deseja incluir uma urna nas próximas eleições presidenciais e perguntar ao povo se deseja ou não revisar a constituição da República e

b.- Promover tímidas reformas sociais. A posteriori lhe acusaram os golpistas de outros delitos, nunca apresentados como deveria ser nos marcos do estado de direito desse país. Os cúmplices imediatos, um grupo de políticos e ricos empresários. O país paralisado pela mobilização popular, os golpistas isolados pela comunidade internacional.

Vejam mais em KAOSENLARED.NET




quarta-feira, 17 de junho de 2009

FEDOR DE INTERVENÇÃO E GOLPISMO NO IRÃ

Departamento de Estado dos EUA pede para Twitter não parar

WASHINGTON (Reuters) - O Departamento de Estado dos Estados Unidos contatou o site de microblogs Twitter neste final de semana para pedir o adiamento de uma planejada manutenção do serviço que poderia ter cortado o acesso de iranianos, informou uma autoridades norte-americana nesta terça-feira.

Twitter adia manutenção para ajudar manifestantes do Irã


NOVA YORK (Reuters) - O site de microblogs Twitter adiou uma planejada atualização para evitar interromper seus serviços aos iranianos que o estão utilizando para coordenar protestos contra o resultado da eleição presidencial.