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quarta-feira, 31 de março de 2010

Via Campesina e Contag denunciam documento da CNA aos candidatos

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), presidida pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), famosa por seus ataques ao MST, aprovou uma carta ser entregue aos candidatos à presidência da república, fruto do seminário “O que esperamos do próximo presidente”, realizado pela entidade em 24 e 25 de março, em São Paulo. Representantes da Via Campesina e da Contag avaliam que o documento reivindica ainda mais concentração de terras no país e promove criminalização dos movimentos sociais.


Vejam o texto completo no PORTAL VERMELHO

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Considerações agrícolas

Estou aborrecido com o surto de esquerdismo bobo de Azenha e Paulo Henrique Amorim. O Azenha inclusive colou uma curta e (como sempre) amarga entrevista de João Pedro Stédile, membro da direção nacional do Movimento dos Sem Terra (MST). Já andei escrevendo sobre agricultura aqui. Fui jornalista especializado em agricultura por muitos anos e aprendi um pouco sobre o segmento. Essas notícias encontram, em geral, um público urbano desinformado que as aceita acriticamente. É preciso entender, contudo, que o MST não representa a agricultura familiar no Brasil, e sim os sem-terra.

Quem representa a agricultura familiar no Brasil são os agricultores familiares e a Contag, a Confederação Nacional de Trabalhadores da Agricultura, e eles, por alguma razão, não gostam do MST. E por quê? Porque o MST tem uma ideologia estranha à mentalidade simples do pequeno agricultor. E não porque ele seja burro ou ignorante. Ele sabe muito bem o que pensam os líderes do MST, mas não concorda. Tem o direito, não tem? Ou o pequeno agricultor é obrigado a aprovar as diretrizes ideológicas do MST?




Vejam o texto completo no blog Óleo do Diabo (do Miguel do Rosário)