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sexta-feira, 26 de junho de 2009

O QUE REALMENTE ACONTECEU NA RE-ELEIÇÃO DO IRÃ?

por Esam Al-Amin, Counterpunch

Depois das eleições de 12/6 no Irã, começaram a brotar 'especialistas' em Irã, como bactérias em placa de Petri. Então... lá vai um teste, para esses especialistas instantâneos. Que país, dentre os grandes, elegeu maior número de presidentes em todo o planeta, desde 1980? Outro teste: que nação é a única que elegeu dez presidentes, ao longo dos primeiros 30 anos depois de ter feito revolução democrática?

Nos dois casos, a resposta certa é: o Irã. Desde 1980, o Irã elegeu seis presidentes; os EUA, só cinco; a França, parcos três. Nas três primeiras décadas de vida da revolução Irãiana, houve dez eleições presidenciais no Irã; nos trinta primeiros anos da Revolução norte-americana, houve quatro eleições presidenciais; no Irã, dez.

Leia mais no Vi o mundo - excelente artigo.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Recontagem de votos confirma vitória de Ahmadinejad no Irã

A apuração parcial realizada de forma aleatória pelo Conselho de Guardiães em 10% das urnas confirmou os polêmicos resultados das eleições de 12 de junho, como anunciou nesta quarta-feira o canal estatal iraniano PressTV.

O canal anunciou a notícia em uma breve frase sem dar outros detalhes. Semanas atrás, o Conselho de Guardiães, órgão encarregado de validar os resultados, aceitou recontar aleatoriamente as urnas diante das denúncias de fraude feitas pela oposição.

A notícia continua no Terra.

La revolución ‘de color’ fracasa en Irán

M K Bhadrakumar
Asia Times Online

Los israelíes son realistas por excelencia. Por eso siempre vale la pena buscar a un homólogo israelí para tomar un buen whiskey en el circuito diplomático. Invariablemente tejerá un hilo de nylon que no se veía a primera vista en el tapiz de una historia sencilla.

Por lo tanto, la primera advertencia de que el proyecto aventurero de hacer una “revolución Twitter” en Irán estaba condenado al fracaso tenía que venir de los israelíes. Combina bien con las indicaciones de que la capacidad del supremo líder Ali Jamenei de controlar una situación política aparentemente explosiva nunca estuvo realmente en duda, no importa hasta qué punto los medios occidentales hayan exagerado cuando propagaron que Teherán estaba ‘sobre el filo de la navaja’.

(...)
Taheri, quien se codea con entusiasmo con las elites políticas árabes y occidentales, ofrece una visión del campo de Mousavi. Recuerda que el hombre que dirigió las prolongadas conversaciones en Argel, que llevaron a la liberación de los rehenes estadounidenses en 1981, Behzad Nabvi, sigue colaborando con Mousavi. También Abbas Kangarioo, quien mantuvo negociaciones secretas con el gobierno de Ronald Reagan en lo que llegó a ser conocido como el acuerdo Irán-Contra. Kangarioo, asesor clave y amigo de Mousavi, también tiene la distinción de haber “desarrollado una red de contactos en círculos de inteligencia y diplomacia en Europa y EE.UU.”


Vejam o texto integral em REBELIÓN

Todos a postos para a guerra contra o demônio iraniano?

"A primeira vítima quando começa a guerra é a verdade".

Hiram Johnson, senador norte-americano, em 1917.


por Paul Craig Roberts,
Counterpunch
Tradução: Coletivo Política para Todos

Que atenção merecem, da mídia dos EUA, eleições no Japão, na Índia, na Argentina, onde for? Quantos norte-americanos e jornalistas norte-americanos algum dia ouviram falar de que há vida eleitoral em outros países além de Inglaterra, França e Alemanha? Quem sabe dizer o nome de algum político importante da Suíça, da Holanda, do Brasil, do Japão ou, mesmo da China?
Pois é. Mas milhões de norte-americans conhecem o presidente do Iran, Ahmadinejad. A razão é óbvia. O presidente do Iran é diariamente demonizado pela mídia dos EUA.


Vejam o texto completo em Patria Latina

terça-feira, 23 de junho de 2009

Escritora analisa o resultado das eleições no Irã

Em uma entrevista à rede Al Jazeera, a escritora iraniana Azar Nafisi analisa o resultado das eleições no Irã. Para ela, uma parte importante do povo iraniano usou um espaço aberto para expressar o que quer. "Eles votaram não apenas contra Ahmadinejad, mas pelo que defendem. O quadro homogêneo pintado extremamente apresentado, em que a maioria das pessoas no Irã acreditam no islamismo ortodoxo não é verdadeira. O Irã é um país de diferentes minorias étnicas e de diferentes religiões. Muitas das minorias têm sido oprimidas pelo regime", afirma.
(...)
Nos seus slogans e pedidos durante as eleições eles queriam liberdade e democracia e repudiaram as leis repressivas. Mas tão importante quanto isso é o fato de que muita gente da elite dominante no Irã estão entendendo que não podem comandar a sociedade do jeito que diziam que podiam. Um bom exemplo é o próprio Senhor Mousavi.

Para vencer, Mousavi assumiu alguns slogans progressistas, contra os quais ele já tinha lutado. Eu estava lá no começo da Revolução Islãmica, quando ele foi Primeiro Ministro, e implementou muitas das medidas repressivas que agora denuncia. Eu (assim como muitos outros) saí da universidade que Mousavi ajudou a fechar, como parte da Revolução Cultural.

Vejam a entrevista completa em CARTA MAIOR

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Musavi: El hombre de Occidente en Irán

En mi artículo "Irán: Cacareo imperialista y frustración mediática”, avisé de que pese a mesianismos religiosos y rezos a Alá, la situación que se vive en el país persa, responde a la dinámica de la lucha de clases. Musavi representa la burguesía iraní, e incluso adopta hábitos pro-occidentales (sólo hay que mirar su imagen), razón por la cual los capitalistas, ansiosos por las promesas de Musavi relacionadas con privatizaciones de empresas estatales, han tomado partido por él sin plantearse-tan laicos ellos- ningún tipo de prejuicio religioso (a ver si aprendemos algo en ese sentido). Por su parte, Ahmadineyad-un nacionalista que no quiere tutelas imperialistas- representa a las clases populares. Ahora, James Petras confirma mi impresión.

Tomado de rebelión

http://www.rebelion.org/noticia.php?id=87342

Las elecciones iraníes: el timo del robo electoral

James Petras

“Para los pobres, el cambio significa alimento y empleo, no un código más permisivo en el vestir o el ocio… La política en Irán tiene mucho más que ver con la lucha de clases que con la religión.” Financial Times, editorial (15.6.2009)


Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET


domingo, 21 de junho de 2009

La "revolución de los mártires": El sistema imperial quiere muertos en Irán

De pronto los titulares de la prensa internacional variaron de eje: La "noticia" ya no es el "fraude" electoral sino la "represión" violenta a las manifestaciones de protesta que ya habría decidido ejecutar el gobierno iraní.

Las grandes cadenas internacionales y las usinas políticas del golpismo "reformista" iraní tomaron al pie de la letra la advertencia formulada el viernes por el ayatola Jamenei: "Si hay un baño de sangre, los responsables serán los líderes de las protestas".

Y la invirtieron: "Si hay un baño de sangre, los responsables serán los líderes del gobierno de Irán".

En consecuencia, se presenta la gran oportunidad: Denunciar al régimen que gobierna Irán por "genocidio" y pedir su condena y aislamiento internacional en el Consejo de Seguridad de la o­nU.

Vejam mais em KAOSENLAED.NET

quinta-feira, 18 de junho de 2009

¿Qué pasa en Irán?

Irán o Persia vuelven a saltar a las primeras páginas de la política internacional. Las informaciones sobre los sucesos que se están desarrollando sobre todo en Teherán (la capital, en la que vive el 12 % de la población) copan los avances informativos de medio mundo. Sin embargo más allá de blogs que siguen minuto a minuto los sucesos, es difícil entender lo que está pasando, de ahí que antes de entrar a intentar explicar la situación actual y las diferencias entres los grupos que se disputan el poder es necesario contextualizar los hechos.


Vejam o texto completo (muito bom, com histórico dos fatos que levaram ao tipo de conflito que estamos vendo atualmente no Irã) em KAOSENLARED.NET

quarta-feira, 17 de junho de 2009

FEDOR DE INTERVENÇÃO E GOLPISMO NO IRÃ

Departamento de Estado dos EUA pede para Twitter não parar

WASHINGTON (Reuters) - O Departamento de Estado dos Estados Unidos contatou o site de microblogs Twitter neste final de semana para pedir o adiamento de uma planejada manutenção do serviço que poderia ter cortado o acesso de iranianos, informou uma autoridades norte-americana nesta terça-feira.

Twitter adia manutenção para ajudar manifestantes do Irã


NOVA YORK (Reuters) - O site de microblogs Twitter adiou uma planejada atualização para evitar interromper seus serviços aos iranianos que o estão utilizando para coordenar protestos contra o resultado da eleição presidencial.

terça-feira, 16 de junho de 2009

IRÃ - A FRAUDE DA MÍDIA

Laerte Braga
Quem se der ao trabalho de compulsar (típica palavrinha/palavrão) edições de jornais ou relembrar noticiários de tevês nos últimos dez dias, mais precisamente, desde que o presidente do Irã cancelou sua visita ao Brasil e for um pouco mais atrás, digamos assim, em 2002, nos dias que antecederam a tentativa fracassada de golpe contra o presidente Chávez – Venezuela – vai ver que o esquema dos donos do mundo não mudou nada, é sempre o mesmo, precisão matemática na mentira, na fraude, na tentativa de iludir a opinião pública e dar como consumado um fato que não é real.

No caso da tentativa de golpe contra Chávez é só buscar edições antigas do JORNAL NACIONAL – principal porta-voz da mentira neoliberal/sionista no Brasil –. Duas semanas antes do golpe, dentro do cronograma armado pelo governo do então presidente Bush e empresários, banqueiros e latifundiários venezuelanos, a rede enviou à Venezuela a consagrada mentirosa Míriam Leitão para uma série de reportagens sobre aquele país, o governo Chávez e exibiu o “trabalho” na semana que antecedeu ao golpe. A conclusão da senhora Miriam Leitão na série foi a seguinte –“o povo da Venezuela não agüenta mais Chávez –.
Vejam o texto completo em Patria Latina