quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Misses plus size protestam de calcinha em frente ao Congresso

Quatros misses plus size protestaram contra a "gordofobia" em frente aoCongresso Nacional, em Brasília, nesta terça-feira (11), só de calcinha. Com os braços, elas taparam os seios e fizeram um sinal de silêncio com a mão. De acordo com as modelos, a atitude foi para provar que elas não têm vergonha do corpo. 


Confira na RedeTV

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O “odiojornalismo” não pode ser patrocinado pelo dinheiro público

Está confirmado: o governo de Dilma não vai mais anunciar na Veja.
Paulo Henrique Amorim deu primeiro essa informação.
É uma decisão ao mesmo tempo tardia e acertada.
É absurdo você colocar dinheiro público – e quanto, e há quanto tempo – numa publicação nociva à sociedade.
A melhor definição para o que a Veja faz veio de uma acadêmica da UFRJ, Ivana Bentes: “odiojornalismo”.
O ódio que a revista semeia com tanta obsessão se refletiu, recentemente, em coisas como as manifestações criminosas, nas redes sociais, contra os nordestinos.
Diogo Mainardi,o primeiro “odioarticulista” da Veja, há poucos dias  chamou os nordestinos de “bovinos” num programa de televisão que vai se tornando igual à revista, o Manhattan Connection.
O blogueiro da Veja Augusto Nunes, o gênio cosmopolita de Taquaritinga, acha que está sendo engraçado ao tratar Lula como o “presidente retirante” e Evo Morales como “índio de topete”.


Polícia brasileira mata seis vezes mais que a americana, mostra estudo

A polícia brasileira matou 11.197 pessoas nos últimos cinco anos, 107 a mais do que as assassinadas pelos agentes americanos nos últimos 30 anos (11.090), segundo os dados apresentados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.
Este número, que será apresentado amanhã, terça-feira, em São Paulo no Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), se refere à estatística dos casos com policiais dentro e fora de serviço.

Leia mais na EFE

Fortuna de super-ricos é 'incontrolável', diz sociólogo

É um mito essa ideia de que toda riqueza é produto de talento e trabalho duro. Há fortunas que são, sim resultado de um esforço legítimo e talentos empresariais. Mas há também herdeiros que não fazem bom uso do que receberam, multimilionários de mentalidade rentista, riquezas montadas a partir de privilégios e práticas ilegítimas. A riqueza extrema também pode ser nefasta para os negócios, para a democracia e para o próprio capitalismo.


Confira a reportagem da BBC Brasil no UOL.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Por que a exposição da intimidade de Adnet foi aceita e a de Aécio não?

No debate mais polêmico da campanha eleitoral de 2014, a então candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), questionou o adversário, Aécio Neves (PSDB), sobre a sua posição a respeito da chamada Lei Seca, que pune motoristas que são pegos embriagados ao volante.
(...)
A menção de Dilma ao caso foi duramente criticada por quem analisou o debate posteriormente. O campo tucano enxergou na pergunta uma “baixaria”, entre outras que teriam sido cometidas pela campanha petista.
Discutir publicamente um fato ocorrido na esfera da vida privada de um candidato à Presidência é um certo tabu no Brasil. Existe a este respeito um cuidado que não há, por exemplo, nos Estados Unidos.
Por outro lado, os brasileiros parecem muito à vontade para discutir a vida privada de atores ou celebridades. O frenesi recente, causado pela foto, obtida por um paparazzo, do humorista Marcelo Adnet beijando uma mulher que não a sua, mostra isso claramente.
Tenho uma dúvida: qual é a diferença? 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O Xadrez da batalha do impeachment

Nos próximos meses, recrudescerá a tentativa de impeachment da presidente da República. As cartas já estão na mesa. Aliás, estão desde o julgamento da AP 470.
Em regimes democráticos, golpes não são meramente uma quartelada planejada por meia dúzia de conspiradores. Há a necessidade de, inicialmente, criar-se a mobilização da opinião pública e, depois, se cumprir rituais, formalismos, dando aparência de legalidade ao golpe, que seja convalidado por um dos dois poderes da República – o STF (Supremo Tribunal Federal) ou o Congresso.
O modelo é conhecido, do suicídio de Getúlio, à queda de Jango e de Collor.
Na América Latina pós-ditaduras, todos os golpes – de André Peres e Fernando Collor a presidentes de esquerda – começaram  com uma campanha midiática, que, exacerbando a opinião pública, convalidou o impeachment via Congresso ou Supremo.

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Gays sofrem pressão para mudar de sexo e escapar da pena de morte no Irã

O Irã é um dos poucos países em que atos homossexuais são punidos com a morte. Clérigos, no entanto, aceitam a ideia de que uma pessoa pode estar presa em um corpo do sexo errado. Gays podem ser forçados a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo - e, para evitar isso, muitos fogem do país.


Confira a reportagem da BBC Brasil, disponível no UOL

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mesmo com porte, Eduardo Bolsonaro violou a Constituição ao levar arma a uma manifestação

“Sou Policial Federal e tenho porte de arma. Ñ caiam na desinformação por parte da esquerda p/ manchar as manifestações”.
Assim o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro respondeu a quem se interessou em saber como e por que ele carregava uma pistola na cintura durante protesto na Paulista.
Bolsonaro pode ter autorização, mas e daí? Ele precisa ler o que diz a Constituição.
“Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”.
Como lembra um jurista ouvido pelo DCM: “A Constituição Federal de 1988 é o livro que está hierarquicamente acima de todos os outros em nível de legislação no Brasil.”
O filho de Jair Bolsonaro, portanto, estava violando uma regra constitucional. Ponto.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A manipulação sutil

Por exemplo, se vamos observar um jornal como a Folha de S.Paulo, que supostamente propõe uma relação mais transparente com o público, não apenas por abrigar opiniões aparentemente díspares, mas principalmente pela instituição do ombudsman, é preciso ir além dessa diversidade formal e descobrir o viés predominante por baixo da suposta liberdade de opinião. A conclusão pode surpreender o leitor que se satisfaz por encontrar, aqui e ali, um texto que parece andar na contramão da corrente predominante na imprensa nacional.
Ainda que o observador procure evitar citações ad nominem no exercício diário de analisar a imprensa, é preciso definir que, no caso da Folha, os dois nomes que cumprem esse papel são Janio de Freitas e Ricardo Melo, sendo que este protagoniza mais explicitamente o confronto com os autores do discurso conservador, que são maioria na rotina do jornal.
O que se está a propor, aqui, é que a presença desses dois articulistas não faz da Folhaum jornal mais diversificado e equilibrado do que os outros. Apenas mostra que a Folha é mais sutil, mas igualmente reacionária, e a instituição do ombudsman serve como um salvo-conduto para a manipulação.

O senador Mário Couto, “amigo próximo” de Aécio, é muso inspirador do impeachment

Antes mesmo daquele velho cantor barbudo e verborrágico, as hordas que pedem o impeachment já tinham um modelo, um homem que fez o que se espera de gente honrada: Mário Couto.
Em abril, o senador pelo PSDB do Pará protocolou um pedido de abertura de processo de impedimento de Dilma Rousseff em razão dos “prejuízos” causados pela compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras.
Afirmava que a presidente cometeu crime de responsabilidade ao autorizar a operação em 2006, quando era presidente do conselho de administração.
É uma figura folclórica. A campanha deste ano teve uma mãozinha de Aécio Neves, que declarou num vídeo que se tratava “dos amigos mais próximos que fiz na política. A sua coragem, ao lado do seu amor ao Pará e a sua gente, serão decisivos para que nós possamos iniciar, no Brasil, rapidamente, um novo ciclo, onde a decência e a eficiência possam caminhar juntas. Eleger Mário Couto é eleger o lado bom da política brasileira.”
O protomuso do impeachment — que chamou, certa vez, os colegas de “ladrões” — tem uma carreira, para usar um eufemismo, controvertida. Apesar de Aécio usar o termo “decência” para se referir ao chegança, Couto está envolvido em diversos escândalos.

É MEU DEVER DIZER AOS JOVENS O QUE É UM GOLPE DE ESTADO

**Há cheiro de 1964 no ar. Não apenas no Brasil, mas também nas vizinhanças. Acho então que é chegada a hora de dar o meu depoimento.
Dizer a vocês, jovens de 20, 30, 40 anos de meu Brasil, o que é de fato uma ditadura.
Se a Ditadura Militar tivesse sido contada na escola, como são a Inconfidência Mineira e outros episódios pontuais de usurpação da liberdade em nosso país, eu não estaria me vendo hoje obrigada a passar sal em minhas tão raladas feridas, que jamais pararam de sangrar.
Fazer as feridas sangrarem é obrigação de cada um dos que sofreram naquele período e ainda têm voz para falar.
Alguns já se calaram para sempre. Outros, agora se calam por vontade própria. Terceiros, por cansaço. Muitos, por desânimo. O coração tem razões…

domingo, 2 de novembro de 2014

Em São Paulo sem água, um bando de terroristas pede sangue




Passeata em Sampa. Imaginei que  para reclamar a falta de água. 

E coisa rara, sem pancadaria da polícia e sem infiltrados e espionagem. (...)

CLIQUE AQUI para ler na íntegra (via Andradetalis)

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Uma bizarra simbiose

O pedido de auditoria na eleição presidencial, de iniciativa do PSDB, divide o alto da primeira página da edição de sexta-feira (31/10) do jornal O Estado de S.Paulo com a principal notícia de economia. O Globo registra o assunto também na primeira página, mas em uma nota sem grande destaque, e a Folha de S.Paulo deixa o tema sem menção na primeira página e o coloca em posição secundária na editoria Poder.
O fato, incomum na rotina de manchetes compartilhadas pelos jornais que dominam a cena da mídia nacional, chama a atenção. A razão é explicada por um vazamento da redação do Estado: um dirigente do PSDB teria sondado editores sobre qual seria a receptividade do jornal àquela notícia. Com a garantia de que a iniciativa poderia sair em manchete, os autores da medida resolveram se arriscar à aventura de questionar o resultado das urnas, sem o risco de serem execrados pela imprensa por sua atitude vexaminosa.
Agora, imagine-se o contrário: se, derrotado na disputa presidencial, o Partido dos Trabalhadores resolvesse pedir uma investigação sobre a lisura do processo eleitoral. Evidentemente, não apenas as manchetes, mas os editoriais, os colunistas, os analistas econômicos, os filósofos, os psicólogos e outros “especialistas” hospedados na mídia tradicional, e até os astrólogos, estariam mobilizados para condenar a insinuação de que o partido governista colocava em dúvida a justeza da decisão popular. No mínimo, os descontentes seriam considerados maus perdedores, mas o tom geral seria de condenação a uma suposta tentativa de golpe de Estado.

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Ocultação de documentos fez justiça italiana soltar Pizzolato


A mídia brasileira manda uma porção de repórteres para a Itália, para atazanar Andrea Haas, esposa de Henrique Pizzolato, ou para acompanhar a decisão da Justiça local, e não apura nada.
Porque a nossa imprensa não manda jornalistas à Itália para investigar, mas para manter a farsa de pé.
A decisão da justiça italiana que soltou Pizzolato foi, como sempre, distorcida.
Focaram apenas num dos argumentos da defesa, que é a precariedade terrível das prisões brasileiras.
Em comentário do post anterior sobre o mesmo assunto, um leitor nos dá o link de matéria publicada num jornal italiano.
Enquanto a íntegra da sentença não é liberada, temos que garimpar pedrinhas de informação aqui e lá, e jogar fora tudo que vem da mídia brasileira, que só sabe mentir, distorcer e manipular, sobretudo quando o tema é a Ação Penal 470, uma grande farsa na qual, ela mesma, a imprensa brasileira, é uma das artífices principais.
Pois bem, entre os argumentos da defesa aceitos pela Justiça Italiana, e que a mídia escondeu, está a ocultação, em detrimento do réu, das provas colhidas em inquérito paralelo – o 2474.

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Original de O Cafezinho

Racionamento, já!

Há duas alternativas para a falta de água em  São Paulo: racionamento controlado ou racionamento selvagem.
São Paulo está caminhando para a segunda opção - o racionamento selvagem - com consequências imprevisíveis. Corre-se o risco, inimaginável em outros tempos, de uma das maiores metrópoles do mundo exposta a surtos de epidemia, a transtornos sociais, à violência generalizada provocada pelo desespero da falta dágua.
Tem-se no governo do estado um governador irresponsável paralisado pela própria mediocridade, que chegou ao cúmulo de comemorar o uso do volume morto de uma represa, como se fosse um feito técnico. 

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Aécio, Aloysio, as calúnias e o boato da morte do doleiro Youssef

O PSDB poderia, talvez, prestar um serviço a si próprio se não insistisse tanto, e de maneira tão veemente, em subestimar a inteligência dos eleitores, inclusive os do partido.
Da tribuna do Senado, Aloysio Nunes, ex-vice de Aécio, fez um pronunciamento, por um lado, ressentido e, por outro, hipócrita. Recusou o “pedido para diálogo”. “Comigo não! Porque se estende uma mão e a outra mão tem a faca, o punhal para lhe cravar na barriga, para lhe cravar nas costas!”, disse, dramático.
Reclamou também da baixaria petista. “Como é possível descer tão baixo na calúnia, na infâmia, transformar as redes sociais, que são um instrumento maravilhoso da democratização dos debates, da participação social, transformar isso num esgoto, num esgoto fedorento para destruir adversários?”
Aécio, num vídeo de agradecimento a quem confiou nele, foi no mesmo tom. “Disputamos uma eleição desigual, com o outro lado usando como nunca a máquina pública, a infâmia e a calúnia contra nós”.
O lacerdismo mequetrefe teima em brigar com os fatos, mas nada impedirá Aloysio, Aécio e colegas de continuar posando de vítimas e vestais. Se não colou durante a campanha, por que colaria agora?
Alguém acredita realmente que o PSDB não distribuiu golpes baixos a torto e a direito?

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Não esqueçam o que eles escreveram

A imprensa brasileira escavou o poço da dignidade no último fim de semana, em sua derradeira e desesperada tentativa de reverter a direção dos votos para a Presidência da República. Como na tradição recente, coube à revista Veja dar partida ao factoide que deveria interromper a tendência dos indecisos em favor da candidatura do Partido dos Trabalhadores. Não foi suficiente. Ainda que por margem estreita, Dilma Rousseff se reelegeu.
Na segunda-feira (27/10), em processo de digestão do resultado indesejado, os principais jornais de circulação nacional assumem o discurso da conciliação proposto pela candidata vitoriosa e por seu oponente. A mais disputada eleição presidencial do presente século se encerra sob o signo da reforma política, tema que dominou a manifestação de Dilma Rousseff e que ganha algumas manchetes. Mas a proposta vem acompanhada de uma dúvida razoável: o Congresso Nacional abriria mão de decidir as novas regras em favor de um plebiscito, como propõe a presidente?

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Novo recorde: executivo da Google salta de mais de 40 km de altura

Um cientista da computação saltou de paraquedas de um balão próximo ao topo da estratosfera na última sexta-feira, 24, caindo mais rápido que a velocidade do som e quebrando o recorde mundial de altitude.
O salto foi feito por Alan Eustace, 57 anos, vice-presidente sênior de conhecimento do Google.


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domingo, 26 de outubro de 2014

No Datafolha, Dilma 52% x 48% de Aécio; Ibope mostra Dilma em vantagem fora da margem de erro; Vox mostra presidenta com liderança folgada




Da Redação do Viomundo

A pesquisa do Vox Populi divulgada esta noite traz a candidata Dilma Rousseff com oito pontos de vantagem sobre o tucano Aécio Neves (54% x 46%), em votos válidos (veja os quadros no pé deste post). (...)

Manifestação contra reforma trabalhista de Renzi reúne um milhão de pessoas em Roma

Um protesto de trabalhadores em Roma reuniu neste sábado (25/10) um milhão de pessoas, segundo estimativas da CGIL (Confederação Geral Italiana do Trabalho). O ato foi convocado pela entidade para marcar oposição contra a reforma trabalhista “Jobs Act”, proposta pelo primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi. Com o slogan "Trabalho, Dignidade e Igualdade para mudar a Itália", o protesto teve a presença da secretária-geral da CGIL, Susanna Camusso, além de artistas e políticos da própria legenda do primeiro-ministro, o PD (Partido Democrático), que se opõem à reforma.


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sábado, 25 de outubro de 2014

O cerco à imprensa livre na Grécia

Durante meses em 2012, todos na Grécia sabiam a respeito da “lista Lagarde”, mas poucos a tinham visto de fato.
A lista continha os nomes dos mais de 2 mil gregos possivelmente envolvidos em sonegação de impostos que mantinham contas em bancos suíços. Ela tinha sido entregue pela ex-ministra francesa das Finanças Christine Lagarde aos gregos em outubro de 2010, durante o auge da crise econômica grega.
Mas funcionários do governo disseram ter perdido a lista – primeiro, ao perder o CD que a continha e, depois, ao perder o pen drive para o qual o material foi copiado – e não fizeram esforços para recuperá-la durante meses.
Então, no segundo semestre de 2012, o jornalista investigativo grego Kostas Vaxevanis obteve uma cópia da lista e a publicou em sua revista, Hot Doc. Ele dava o nome de políticos, parentes relevantes deles e magnatas dos negócios. Subitamente, o governo resolveu agir. Em menos de 24 horas, um mandado foi emitido e 50 policiais foram mobilizados para deter Vaxevanis e não os sonegadores.

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O ódio é a herança da imprensa

Como suporte midiático da aliança oposicionista, a imprensa hegemônica é a matriz do radicalismo que domina a disputa eleitoral. A se confirmarem os números dos dois institutos, as grandes empresas de comunicação deverão reunir seus conselhos imediatamente após a eleição, para discutir o futuro.
As análises sobre a virada da candidata petista em cima do senador Aécio Neves, do PSDB, observam com clareza que a presidente da República reverteu a tendência inicial do segundo turno com o recurso da propaganda direta no rádio e na TV. No entanto, nenhum especialista credenciado pela imprensa admite que essa mudança significa, na prática, a desconstrução do discurso da própria mídia, que em mais de uma década vem injetando na agenda pública uma mensagem de depreciação da política e descrédito das instituições republicanas.



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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Em tempos de paranoia anticomunista, o PSDB tenta esconder a biografia de Aloysio Nunes

Uma das acusações preferidas de aecistas cavernistas a Dilma Rousseff é a de que se trata de uma “ex-terrorista, assaltante de banco e subversiva”. Uma vez comunista, sempre comunista.
Se antes esse era um discurso de bolsonaros doentes, ganhou um estatuto mainstream. O senador Álvaro Dias, por exemplo, do PSDB, conseguiu enxergar uma bandeira cubana no clipe da Copa do Mundo. Aécio Neves, mesmo, falou para a adversária no debate do SBT que não continuaria dando dinheiro para “as ditaduras que você apoia”.
É claro que eles não acreditam realmente nessa conversa mole da Guerra Fria. Mas, como tem ressonância entre milhares de burros, eles vão falando.
Com essa radicalização, é sintomático que a chapa de Aécio faça força para esconder seu próprio “ex-terrorista”, o vice Aloysio Nunes Ferreira.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A “podridão” segundo FHC, o demagogo

“É uma coisa muito engraçada. A maioria das pessoas acha que pelo fato de o presidente Lula ter indicado a mim, ao Joaquim Barbosa e ao Cezar Peluso ao Supremo, nós seríamos ligado ao PT. Mas nenhum de nós é. Eu sempre fui ligado ao PSDB e minha origem lá atrás é sabida”, diz Eros.
É uma frase curta, simples – mas sobre a qual os historiadores terão que se debruçar quando escreverem alguma biografia de Lula.
Lula, o Rei do Aparelhamento segundo seus opositores, nomeou então para o STF três juízes que nada tinham a ver com o PT, conforme palavras de um deles.
Um pouco mais que isso. Eros era, como ele mesmo conta, sabidamente ligado ao PSDB, nêmesis do PT.
Agora compare a indicação de Eros, fiquemos nele, com uma de FHC: Gilmar Mendes.

“A minha luta contra corrupção se encerra”, diz Protógenes Queiroz

Depois do desfecho nas intenções de voltar ao meio político, findadas pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que o condenou por violação de sigilo durante a investigação da Operação Satiagraha, Protógenes Queiroz lamentou: “a minha luta contra corrupção se encerra porque estou abatido no campo de uma guerra desigual”, disse em mensagem ao GGN.
O deputado federal pelo PCdoB considerou parcial o julgamento da Corte, que o condenou por comunicar antecipadamente jornalistas sobre as datas e momentos em que a operação seria deflagrada, durante a investigação das denúncias de crimes financeiros cometidos pelo banco de investimentos Opportunity, no período da privatização da Brasil Telecom.

Confira no Jornal GGN

A imprensa conivente com a censura

Um tribunal muda as regras do jogo na fase final da disputa. Pior: proíbe a divulgação de reportagens e depoimentos de eleitores. Tivéssemos uma imprensa digna desse nome, esses dois fatos exigiriam nada menos do que manchetes, daquelas que escancaram um escândalo.
Mas, não. Tudo foi apresentado como se fosse a coisa mais natural do mundo, e até desejável: uma saudável providência para conter o “vale-tudo” na campanha para a presidência da República.

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Embraer apresenta 1º protótipo do KC-390, maior avião já fabricado no Brasil

A Embraer (EMBR3) espera avançar nas negociações para novos contratos de venda do cargueiro KC-390, após ter apresentado nesta terça-feira o primeiro protótipo do avião militar, o maior já desenvolvido e produzido no Brasil.
O KC-390 é resultado de acordo de US$ 2 bilhões de dólares firmado em 2009 com a Força Aérea Brasileira (FAB), envolvendo a montagem de dois protótipos. Em maio deste ano, a FAB assinou contrato firme de R$ 7,2 bilhões por 28 unidades do cargueiro, que substituirão os aviões Hercules C130 na frota da Força Aérea.

Confira no UOL Economia

Homem com paralisia volta a caminhar após tratamento revolucionário





Um homem com paralisia, provocada por um ataque com faca, voltou a andar graças a um transplante de células nervosas realizado na Polônia, em uma operação sem precedentes.

Confira no Correio do Povo.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Aécio “arrogante” x Dilma “técnica”: a petista saiu-se melhor na Record



'Num só debate, Aécio atacou o Pronatec, a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o BNDES. Passou a impressão de que o projeto do PSDB é mesmo o desmonte do Estado brasileiro. Isso tira voto no povão'.  (Rodrigo Vianna)*
CLIQUE AQUI para continuar lendo*.

sábado, 18 de outubro de 2014

O dia em que Marina prometeu que não subiria no palanque do PSDB

Em entrevista no dia 26 de junho, Marina Silva (PSB) disse que não subiria “em hipótese alguma, no palanque do PSDB”. Então pré-candidata a vice-presidência na chapa de Eduardo Campos (PSB), Marina fez a afirmação no programa “É Notícia”, na Rede TV. Para a Agência Estado, em maio, a candidata já havia descartado, de maneira mais discreta, a aliança com o PSDB.
Quase quatro meses depois, Marina descumpriu sua promessa. Após declarar o apoio ao tucano Aécio Neves, no último domingo 12, a candidata derrotado no primeiro turno subiu ao palanque ao lado do candidato nesta sexta-feira 17.

Confira no Pragmatismo Politico

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Marina divisora

A adesão de Marina Silva a Aécio Neves é o seu caminho convencional, mas, para formular os argumentos vazios que invocou, não precisava de tantos dias, bastavam minutos. Além disso, Marina já tem convivência bastante com a política para saber que nenhuma condição exigida de Aécio tem valor algum: se eleito e por ela cobrado, não esqueceria o velho refrão político "as circunstâncias mudaram". Ao espichar as atenções por mais uns dias, no entanto, Marina instalou a implosão em dois partidos. Um feito, sem dúvida.


Trecho de coluna de Jânio de Freitas, na Folha de São Paulo. Também pode ser lido em Colagens do Umbigo e da Mosca Azul

Turquia bombardeia posições dos rebeldes curdos no sudeste do país

Aviões turcos bombardearam nessa segunda-feira bases do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), no sudeste do país, pela primeira vez desde o cessar-fogo decretado pelos rebeldes curdos em março de 2013. Os caças do exército turco apontaram contra posições do PKK, que atacava há três dias um posto das forças de segurança turcas em Daglica (sudeste), segundo uma fonte militar.

A operação aconteceu poucos dias depois das manifestações da comunidade curda na Turquia que terminaram em violência e deixaram 34 mortos, centenas de feridos e muitos danos. Os manifestantes protestavam contra a recusa do governo islamita conservador a intervir militarmente para salvar a cidade curda síria de Kobane, cercada há várias semanas pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).


Leia mais no Correio do Povo

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Aécio Neves esconde que votou contra a valorização do salário mínimo

Aécio Neves contou uma mentira em seu programa eleitoral exibido na tarde do último sábado (11). O presidenciável tucano disse que apoiou a atual política que garante um aumento real do salário mínimo e disse que a medida foi criada pelo Congresso Nacional.
Na verdade, a regra do aumento real do salário mínimo foi criada no governo Lula, em 2006, em um pacto firmado com todas as centrais sindicais. Em seu primeiro ano de mandato, em 2011, Dilma Rousseff enviou ao Congresso Nacional uma proposta para manter a política de valorização salarial até 2014. Aécio Neves e todo o seu partido, o PSDB, votaram contra. Perderam, mas votaram contra. Além disso, Aécio e o PSDB entraram no STF alegando que a regra era inconstitucional. Perderam também no STF.

Confira no Pragmatismo Político

Meritocracia à Aécio

Aos 17 anos, Aécio foi nomeado secretário de gabinete parlamentar na Câmara dos Deputados. Seu pai, Aécio Cunha, era deputado federal pela Arena.
Segundo o site da Câmara, Aécio permaneceu nesta posição até os 21 anos.
Há, aí, um fato intrigante: conforme perfil feito pela insuspeita revista Época, Aécio fazia faculdade no Rio no mesmo período em que era secretário de gabinete.
Algum jornalista se interessou em esclarecer essa suposta ubiquidade meritocrática?
Mundo imperfeito, mundo imperfeito.
Aos 23 anos, de volta a Minas depois da estada no Rio, foi nomeado assessor pelo avô, o governador Tancredo Neves. Como avós sempre encontram méritos nos netos, Aécio poderia hoje dizer que ganhou o cargo graças à meritocracia.
Tancredo morreria em 1985, pouco antes de tomar posse como primeiro presidente civil depois da ditadura militar. (Ele vencera, ao lado do vice Sarney, eleições indiretas.)
Com Sarney na presidência, Aécio deu um salto. Aos 25 anos, era diretor da Caixa Econômica Federal.
O que o candidato Aécio diria, hoje, de um neto de político indicado para uma diretoria da Caixa aos 25?

Leia o texto completo no Diário do Centro do Mundo

Apoio a Aécio provoca debandada no PSB gaúcho

O vice de Marina é Beto Albuquerque, do Rio Grande do Sul.
Pois veio justamente do Rio Grande Sul, da cidade de Santo Ângelo, 80 mil habitantes, terra natal do saudoso Fausto Wolff, um gesto de indignação que desmente cabalmente as acusações de “fim da política”.
Membros da executivo do PSB e filiados não aceitaram o apoio de seu partido ao projeto neoliberal de Aécio Neves, e decidiram por uma desfiliação coletiva.

Leia mais no Tijolaço

Estado Islâmico afirma que entrega prisioneiros yazidis como escravos

O grupo Estado Islâmico (EI) afirmou que entregou mulheres e crianças yazidis capturadas no norte do Iraque a seus combatentes como prêmio de guerra, com a pretensão de ter restabelecido a escravidão em seu "califado". Na edição mais recente de sua revista de propaganda, Dabiq, publicada nesse domingo, a organização extremista sunita admite pela primeira vez  a medida de forma aberta.


Leia mais no Correio do Povo

domingo, 12 de outubro de 2014

Tarso denuncia a conspiração político-midiática em curso contra a democracia




* O governador gaúcho Tarso Genro gravou um novo depoimento para retomar o tema abordado no vídeo que divulgou na última sexta-feira e que teve mais de 3 milhões de visualizações na internet. Tarso denuncia aconspiração político-midiática em curso, um golpe de novo tipo contra a democracia e para intervir de modo fraudulento no processo eleitoral, cujo objetivo central é derrotar a presidenta Dilma. Veja acima.

Treze razões para não votar em Dilma

Depois do primeiro turno, acrescentei três razões à minha lista para que não se vote em Dilma.
Vai mal o Brasil. Essa primeira razão fala por si.

Líder, PT perde 18% dos votos para deputado federal; PSDB ultrapassa PMDB

O PT, campeão de votos para deputado federal, teve uma queda de 18,3% nas eleições deste ano em comparação com o pleito de 2010, segundo levantamento feito pelo G1 com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Há quatro anos, a sigla recebeu 16,6 milhões de votos, número que inclui os nominais e na legenda nos 26 estados e no Distrito Federal. Em 2014, foram 13,5 milhões.


Leia mais no G1, com infográficos

Nobel da Paz vai para Kailash Satyarthi e Malala

A paquistanesa Malala Yousafzai, de 17 anos, e o indiano Kailash Satyarthi venceram o Prêmio Nobel da Paz, anunciou nesta sexta-feira a Academia Sueca.


Leia mais no Correio do Povo

Carta para além do muro (ou por que Dilma agora)

Agora, no segundo turno, a eleição é entre os dois candidatos que a população escolheu: Dilma Rousseff e Aécio Neves. E eu não vou fugir dessa escolha porque, embora tenha fortes críticas a ambos, acredito que existam diferenças importantes entre eles.
A candidatura de Aécio Neves – com o provável apoio de Marina Silva (e o já declarado apoio dos fundamentalistas MAL-AFAIA e Pastor Everaldo; do ultrarreacionário Levy Fidélix; da quadrilha de difamadores fascistas que tem por sobrenome Bolsonaro e do PSB dos pastores obscurantistas Eurico e Isidoro) – representa um retrocesso: conservadorismo moral, política econômica ultraliberal, menos políticas sociais e de inclusão, mais criminalização dos movimentos sociais, mais corrupção (sim, ao contrário do que sugere parte da imprensa, o PT é um partido menos enredado em esquemas de corrupção que o PSDB), mais repressão à dissidência política e menos direitos civis.
Mesmo com todos as críticas que eu fiz, faço e continuarei fazendo aos governos do PT, a memória da época do tucanato me lembra o quanto tudo pode piorar. Por outro lado, Aécio representa uma coligação de partidos de ultradireita, com uma base ainda mais conservadora que a do governo Dilma no Parlamento. Esse alinhamento político-ideológico à direita entre Executivo e Legislativo é um perigo para a democracia.

Confira o posicionamento de Jean Wyllis, na CartaCapital

“Nós desaconselhamos o voto em Aécio Neves”, diz Luciana Genro

Em coletiva realizada em São Paulo na tarde desta quarta-feira (8), a ex-candidata à presidência da República pelo PSOL, Luciana Genro, declarou que seu partido não apoiará nenhuma candidatura. Como justificativa, Genro disse que a chapa de Aécio Neves (PSDB) representa o “retrocesso” e que Dilma Rousseff (PT) é um “continuísmo conservador”.
Especificamente sobre o voto, a ex-deputada federal explicou que, embora não faça aliança com ninguém para o segundo turno, o PSOL libera seus filiados e militantes “para livremente escolherem em que votar”. No entanto, refutou o voto no candidato tucano. “Nós desaconselhamos o voto em Aécio Neves”, frisou.

Leia mais na Revista Fórum (via Jornal GGN).

Por que malafaias e bolsonaros estão com Aécio Neves

Aécio Neves recebeu o apoio da hidrofobia ostensiva de Silas Malafaia e Jair Bolsonaro. Previsível?
(...)
Não é à toa que os dois tenham se aliado ao que Aécio Neves representa. Não é à toa que se juntem às hostes de cidadãos que não enxergam nada demais em sugerir que se jogue uma bomba atômica no Nordeste.
Não é apenas um projeto conservador de país o dos malafaias e bolsonaros. É um chamado para que qualquer avanço na sociedade seja atirado no esgoto. São autoritários que, cinicamente, estimulam o desprezo e a violência numa “ditadura comunista” enquanto falam o que lhes dá na telha.
Aécio ganha um reforço de medo e ressentimento que vai lhe servir de combustível no segundo turno. Eles vão continuar pregando o terror porque pessoas com pavor não pensam com clareza.
Essa é a plataforma que Aécio está herdando. A histeria como patrimônio.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Por que a decisão de Gilmar no caso PT x Veja é um perigo para a sociedade

De volta a Mendes, cria de FHC e cujo antipetismo exacerbado é conhecido. Ele suspendeu o direito de resposta com um argumento que é um perigo para a sociedade, e bom apenas para a Veja.
“O direito de resposta admitido constitucionalmente é aquele decorrente de informação falsa, errônea. Significa dizer que é preciso haver comprovação nos autos de que a informação veiculada na mídia é inverídica”.
Isso quer dizer o seguinte: você tem que provar que é inocente para conseguir resposta.
Fica invertida a máxima segundo a qual você é inocente até prova em contrário. Agora, segundo Mendes, você é culpado até prova em contrário.
Gilmar Mendes é um problema para a justiça brasileira por tomar decisões de acordo com razões partidárias. Ele pode — qualquer um pode — ser contra o PT. Pode detestar o PT. Mas não pode exercer seu antipetismo com a toga de juiz. Que faça isso como político, desde que tenha votos.

Reprodução do Diário do Centro do Mundo

José Simão comenta Merval Pereira e Aécio

"E o Merval não vota no Aécio, ele é devoto do Aécio!"


Reprodução de frase da coluna de José Simão na Folha de São Paulo.