17/5/2010, Stephen Kinzer, The Guardian, UKhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/may/17/iran-nuclear-brazil-turkey-deal Vejam o texto completo em GRUPO BEATRICE
17/5/2010, Stephen Kinzer, The Guardian, UKhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/may/17/iran-nuclear-brazil-turkey-deal
O ex-presidente da Alstom do Brasil na época em que a empresa é investigada por suposto pagamento de propinas para demo-tucanos paulistas, José Luiz Alquéres, promoveu encontro de empresários com José Serra (PSDB/SP) na Associação Comercial do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (foto acima). 
Novos confrontos entre manifestantes de oposição e as forças de segurança da Tailândia ocorreram nesta sexta-feira.
As tropas do governo dispararam contra manifestantes ao avançar sobre acampamentos montados no centro da capital, Bangcoc.
Manifestantes atearam fogo a um ônibus em uma área próxima a embaixadas estrangeiras após os enfrentamentos que deixaram uma pessoa morta na véspera.
O correspondente da BBC Alastair Leithead , em Bangcoc, diz que o centro da cidade parece uma zona de guerra.
Continua na BBC Brasil.

Instituto Humanitas/Unisinos (IHU On-line)
Los poetas que organizamos el Festival Internacional de Poesía de La Haban a no podemos quedarnos en silencio ante el manifiesto de la llamada “Plataforma de españoles por la democratización de Cuba”.
Cuba ha construido una democracia propia y legítima, respaldada por la inmensa mayoría de su pueblo.
(...)
Cuba no es sólo un nombre bajo el dedo acusador.
Cuba es una cultura, una ética, una historia, una identidad resistente, una mística nacida de la poesía y de la imaginación.
Segundo Dilma, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu uma “verdadeira Cruzada” para reativar a indústria naval brasileira, que chegou a empregar 40 mil pessoas em 1979, mas foi “detonada” e caiu para menos de 2 mil empregos em 1998, durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso. Hoje, segundo ela, o setor ocupa 45 mil empregados no país graças aos estímulos federais para a construção de navios e plataformas de exploração de petróleo e gás e para a qualificação profissional.
(...)O restabelecimento da indústria naval brasileira começou a ser gestado no início do mandato de Dilma, então ministra das Minas e Energia, como presidente do conselho de administração da Petrobras. Na cidade gaúcha, a iniciativa do governo já resultou na construção de plataformas de exploração de petróleo e gás e na construção de um estaleiro e um dique seco que deverão ser inaugurados no fim deste mês pelo presidente Lula.
De acordo com a pré-candidata, na campanha eleitoral de 2002 o PSDB provocou uma polêmica “ácida” quando afirmou que o programa do PT era “irresponsável” por propor a reativação da indústria naval. “Diziam que o Brasil faria navios inadequados, não competitivos, e acabaria prejudicando a Petrobras”. Mas agora, segundo ela, o setor corre o risco de sofrer um “acidente de percurso”. “Depende de quem estiver à frente disso”, afirmou, numa alusão a uma eventual vitória do PSDB em outubro.
Segundo Dilma, a aposta do governo no setor, que incluiu o estímulo à descentralização dos novos estaleiros e ao aumento gradual do conteúdo local dos navios e plataformas, significou também a retomada da política de desenvolvimento industrial para o país. “Essa história de que o Brasil não pode ter uma política industrial é uma visão ultrapassada”, disse. Para ela, um eventual novo governo do PT tem condições de fazer “muito mais” porque foi o partido que criou a “base” para o crescimento atual.
A classe trabalhadora grega está irritada, e com razão, ante a intenção de carregar sôbre seus ombros a responsabilidade da bancarrota do Estado grego. Nós sustentamos, pelo contrário, que a responsabilidade corresponde às instituições financeiras internacionais e à União Européia. As instituições financeiras tem jogado o mundo, e a Grécia em particular, numa crise econômica e social de proporções historicas, endividando aos paises, e agora essas mesmas instituições se lamentam de que certos Estados corram o risco de não ser capazes de cancelar tais dividas. Denunciamos esta hipocrisia e afirmamos que inclusive se a Grécia (e o resto dos paises) pudessem cancelar a dívida, não deveriam faze-lo: são os responsaveis pela crise (as instituições financeiras e não os trabalhadores) que devem pagar os danos causados por esta crise. Os trabalhadores gregos agem corretamente ao negarem-se a pagar a dívida de seu país. Nos negamos a pagar sua crise! Regina virou símbolo das campanhas do PSDB após uma participação polêmica nas eleições de 2002. Na ocasião, ela afirmou que tinha "medo" do PT no programa do candidato tucano à Presidência, José Serra.
Pedro Almódovar e outros estomagos agradecidos assinaram um texto com a intenção de mobilizar a sociedade espanhola em apoio ao processo de "democratização" de Cuba, ou seja, o regresso da ditadura capitalista.Alguns deles assinaram, não faz muito tempo, um manifesto denominado "Eu acuso o Governo cubano" exigindo o respeito aos Direitos Humanos e a liberação "imediata e incondicional" dos presos.
Pois bem, conseguiu mexer comigo, mas, isso sim, tendo em vista que pertenço à classe operária; portanto, eu também acuso ao burguês Almodóvar e aos seus de:
Não denunciar a prática habitual de torturas na Espanha.
Não denunciar a existência de presos políticos na Espanha.
Vejam o texto completo em LA HAINE.ORG
A ONG israelense de defesa dos direitos humanos Gisha acusou o governo de Israel de agir de maneira "absurda e arbitrária" em relação à proibição da entrada de produtos para 1,5 milhão de palestinos residentes na Faixa de Gaza.
A ONG, cujo trabalho se concentra na defesa da liberdade de ir e vir, questiona a afirmação do governo israelense de que a ampla proibição à entrada de mercadorias na Faixa de Gaza teria o objetivo de proteger a segurança de Israel.
"O que a entrada de coentro na Faixa de Gaza tem a ver com a segurança de Israel e porque as autoridades proíbem o coentro mas autorizam a entrada de canela?", pergunta a diretora da Gisha, Sari Bashi.
Continua na BBC Brasil.
“(…)Lo echaron vivo ahí(…) El horno lo manejaba un señor que le decían ‘funeraria’, creo que se llama Ricardo; dos señores le hacían mantenimiento a las parrillas y a las chimeneas, porque se tapaban con grasa humana”. “cuando nosotros llegábamos con las personas, vivas o muertas, tocábamos y nos decían ‘esos insumos llévelos para el fondo’. Llegábamos hasta adentro, los llevábamos en bolsas para que no botaran sangre. Los desangrábamos. Nos preguntaban ‘¿quién manda eso?’(...) Llevaban una carpeta donde anotaban todo(...)”
“Hay muchos muertos que no se han encontrado porque aquí en Medellín, a las afueras, a una hora, se encontraban unos hornos crematorios. Hubo mucha gente quemada. Yo presencié esos hechos", les confesó el ex paramilitar a los investigadores.
Investigadores sociales de la Universidad de Antioquia indicaron que la existencia de hornos crematorios en Norte de Santander y en Antioquia evidencia que se trata de una manera de “industrializar la criminalidad”. Había una orden superior de “desaparecer las víctimas a toda costa” y en ese sentido es que aparecen los desmembramientos, las fosas, los ríos y los hornos como técnicas eficaces de acabar con el llamado “enemigo”.
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