Foto de manifestação ocorrida na Feira do Livro de Porto Alegre no dia 7 de novembro de 2006. No Jean Scharlau.
sábado, 11 de novembro de 2006
Oaxaca
Foto de manifestação ocorrida na Feira do Livro de Porto Alegre no dia 7 de novembro de 2006. No Jean Scharlau.
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
O Mundo Segundo Bush
O Mundo Segundo Bush (Le Monde Selon Bush, 2004, direção de William Karel, ficha do filme na IMDb), é um documentário fundamental. O foco do filme é o belicoso e intolerante fanatismo religioso cristão que fundamenta as escolhas e decisões de Chimp the Prez (Presidente Chimpanzé, como dizem alguns estadunidenses).
Acima, o filme completo, infelizmente sem legendas em português.
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
França testa míssil nuclear -- cadê as sanções?
Se não anunciou sanções é porque não é contrário à proliferação de armas nucleares.
Bush não é contrário à proliferação de armas nucleares. Ele é contrário à posse de armas nucleares por aqueles que vê como inimigos.
Mas isso não é política de paz. Nem é política. É guerra.
Notícia no Mail & Guardian.
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
No imaginário PSDBista a Internet é vigiada
Eduardo Azeredo, senador do PSDB, propõe que todos os usuários da Internet sejam identificados.
Quem ganha com isso? Economicamente, as empresas que vendem o agora pouco procurado serviço de controle de tráfego. Politicamente, aqueles que curtem controlar. O partido dos mesmos é fácil de adivinhar.
Quem perde com isso? Nós que estamos aqui, no espaço eletrônico, lutando para não sermos feitos de palhaços. Nós, o público, e o espaço público.
Cara, o PSDB vai de mal a pior.
Notícia em Jornalismo & Internet.
Na Cidade Baixa a administração Fogaça despeja, destrói casas, desampara
Julgamento de torturador
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Sobre os beiços e melindres da mídia livre
Não costuma ser fácil descobrir o que alguém quer dizer quando fala em nome da democracia, da ética, da liberdade de expressão; a dificuldade é, justamente, a de compreender a quais eventos, atitudes e ações expressões como 'democrático', 'ético', 'bom', se referem em um determinado discurso. E os proferidores de discursos, por certo, aproveitam-se dessa zona de imprecisão, sobretudo quando pretendem convencer o maior número de pessoas possível de que falam em seu nome; em nome de todos e de cada um.Se ainda assim queremos alcançar alguma clareza a respeito do que 'democrático' significa em uma fala específica, será de grande utilidade observar quais coisas são reputadas por seu proferidor como 'anti-democráticas'. Por esse exame indireto, pode-se descobrir que um termo pode variar de significado até às raias do contraditório, dependendo do que está em jogo em situações específicas. Afinal, ninguém disse que proferidores são coerentes; os ocos das palavras admitem mais de um forro, quer saiam da boca de adversários, quer saiam da boca de um único indivíduo. Veja-se, por exemplo, o comentário de Alberto Dines ... (Ler mais.)
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
Gerdau é cogitado para o ministério de Lula
Jorge Gerdau Johannpeter no ministério de Lula, no segundo mandato. É o que informa o jornalista Kennedy Alencar da Folha, repercutindo especulações de Brasília. Gerdau é um grande empresário do ramo da siderurgia – um setor que já não é mais “de ponta” há muitas décadas, pois teve o seu auge na segunda revolução industrial, no final do século 19. A siderurgia e os produtos de aciaria tem como concorrentes o plástico e o alumínio. O Brasil participa em apenas 3% do comercial mundial de produtos siderúrgicos, tendo 11 empresas no setor e empregando menos de 400 mil pessoas, direta e indiretamente envolvidos. É muito pouco. No plano internacional dos grandes business o setor siderúrgico simplesmente não existe. É considerado um setor atrasado e que exige muito protecionismo estatal, objeto de tensões comerciais no mundo todo. Sua última grande evolução tecnológica foi na década de 50, quando o setor adotou o conversor a oxigênio e o lingotamento contínuo.Gerdau teve um grande impulso patrimonial e nos negócios a partir do processo de privatizações do governo FHC, quando o grupo Gerdau assumiu a estatal Aços Finos Piratini. Estudiosos do setor apontam as privatizações, das décadas de 80 e 90, como um grande salto positivo para o negócio de metalurgia no Brasil e no mundo. Os EUA optam por oferecer forte protecionismo ao setor para torná-lo competitivo no comércio internacional. Esses elementos todos mostram o quanto o setor é dependente do Estado para continuar competindo com as novíssimas tecnologias, muitas delas auto-sustentáveis – o que não é o caso da siderurgia. Gerdau é um surfista dessa onda, capitão de um setor atrasado mas com métodos gerenciais modernos, tem conseguido no Rio Grande do Sul projetar uma imagem de modernidade e dinamismo, mesmo que seja de pura aparência. Politicamente é um emulador entusiasmado da direita no RS, estando permanentemente por trás dos grandes projetos de domínio do aparelho estatal gaúcho, desde Britto, Rigotto e agora com Yeda Crusius. A sua ascensão para o governo federal, caso se confirme, será uma vitória dos setores mais dependentes e predatórios do Estado, seja no âmbito regional, seja no nacional, bem como um golpe abaixo da linha da cintura no PT do Rio Grande do Sul. Lula pensa que está comprando uma Ferrari, mas a entrega revelará que trata-se de um Ford Bigode.
sábado, 21 de outubro de 2006
O momento da blogosfera
O que é a blogosfera? Inútil buscar a resposta em enciclopédias e fontes de informação tradicionais. O negócio é perguntar ao oráculo, o Google. Escrevo "define: blogosfera" no campo de busca. O oráculo diz:
Espaço virtual onde ficam todos os blogs; mundo dos bloggers.
A fonte da informação é um "Pequeno Glossário da Blogosfera". A Wikipédia traz, no artigo "blogosfera":
Blogosfera é o termo coletivo que compreende todos os weblogs (ou blogs) como uma comunidade ou rede social. Muitos blogs estão densamente interconectados; blogueiros lêem os blogs uns dos outros, criam enlaces para os mesmos, referem-se a eles na sua própria escrita, e postam comentários nos blogs uns dos outros. [...]
O conceito de blogosfera é importante para a compreensão dos blogs. Os blogs eles mesmos são, essencialmente, apenas o texto publicado dos pensamentos de um autor, enquanto a blogosfera é um fenômeno social.
A blogosfera caracteriza-se por conter páginas da Internet feitas por pessoas que manifestam seus gostos e opiniões sobre o que lhes interessa. Os blogueiros alimentam seus blogs com fotos e relatos do cotidiano, e também com material de sítios da Internet, principalmente de outros blogs. Eis o aspecto social da blogosfera. Em sentido amplo, a blogosfera é o mero agregado de blogs. Em sentido estrito, a blogosfera é mais do que um agregado, pois é uma comunidade na qual opiniões e contribuições de um blogueiro são ecoadas pelos outros.
Alguns minimizam a importância blogosfera. Dizem que a mesma é insular, sem impacto para além de si mesma. No entanto, não parece ser esse o quadro no Brasil. A campanha “Xô Sarney!”, promovida pela blogueira Alcinéa Cavalcante, é um exemplo de impacto da blogosfera do debate político. O candidato a senador José Sarney chegou a publicar no blog da Alcinéa um direito de resposta, sob determinação do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá.
O mínimo a ser dito é que a blogosfera faz barulho, e é escutada. Talvez uma metáfora proposta por Franklin Martins possa nos ajudar a compreender como se abriu espaço para a blogosfera ser ouvida. Martins percebeu que nas eleições presidenciais de 2006 os “formadores de opinião” dizem o que dizem, mas as pessoas não reproduzem os memes por eles emitidos. Ele diz que em outros tempos aquilo que os “formadores de opinião” diziam repercutia tal como as ondas causadas por uma pedra jogada no meio de um lago. As ondas se propagavam até chegar às margens. Agora o quadro mudou. Há diques entre o centro do lago e as margens. Aquilo que vêm do centro é refletido de volta sem chegar à margem. Talvez seja isso que tenha levado alguns desses “formadores de opinião” (e as aspas se justificam no contexto atual) a uma histeria cada vez maior, a qual sem dúvida foi contraproducente.
A metáfora acima explica como a opinião pública se emancipou dos “formadores de opinião”, pessoas com espaço ou salário para escrever em páginas de opinião de uns poucos jornais. Mas não é suficiente para explicar como a blogosfera é escutada. Para explicar isso talvez o melhor seja darmos uma olhada na imagem proposta pelo blogueiro Alon. Ele tem uma teoria composta de dois elementos sobre a difusão de idéias na nossa sociedade. Primeiro, uma revisão da metáfora da pedra no lago. Segundo, uma visão sobre a capilaridade entre a Internet e o público em geral.
Na visão de Alon não há diques impedindo as opiniões emitidas no centro de chegarem às margens. Ao invés disso, o que ocorre é que estão sendo lançadas muitas pedras no lago ao mesmo tempo. Boa parte dessas pedras são bem pequenas (e-mails, postagens em blogs), mas todas juntas deixam a superfície do lago bem tumultuada.
Tal tumulto é a trama de mensagens partindo de diversas partes e chegando a diversas outras partes em um único tecido, em uma única superfície, a sociedade.
Só com isso a teoria é incompleta, pois não explica como o ruído da blogosfera e da Internet pode chegar às margens, aos sem-Internet. Aí entra o segundo elemento da teoria do Alon. Basta que em uma comunidade um garoto saiba e possa usar a Internet para que a turbulência do lago possa chegar a todos na comunidade pela comunicação oral.
A teoria do Alon tem o mérito de tratar do modo como algumas idéias ultrapassam a barreira da Internet, mas é preciso reconhecer que tal barreira existe. Recentemente, o jornal Libération utilizou a expressão “bloguesia” para se referir à parcela da população que detém conhecimentos e meios (tecnologia) para se expressar de uma maneira que ainda não está acessível a todos, e influencia a tomada de decisões através desse meio. Ainda que talvez todos possam escutar o ruído da blogosfera, ainda estamos longe de contar com todos como falantes na mesma.
sexta-feira, 20 de outubro de 2006
Em torno da candidatura de Yeda
Fórmula simplista de Paulo Feijó, candidato a vice-governador do RS: menos Estado = mais desenvolvimento.Se a fórmula é pra valer, então no dia que o BNDES (o banco do desenvolvimeto) for fechado o Brasil vai explodir em crescimento.
Alguém aí se arrisca a desenvolver o raciocínio?
História no RSUrgente, charge no Blog do Kayser.
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A candidata Yeda dá de barato a fórmula para arrasar com os serviços públicos: funcionários aposentados não serão substituídos.
Sem funcionários os serviços não funcionam. Se não funcionam, aqueles que dizem que não funcionam acertam.
Isso é irresponsabilidade.
No RSUrgente.
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Você consegue imaginar Leonel Brizola e Paulo Feijó defendendo as mesmas posições?
Se sim, é provável que você tenha ótima imaginação. Se não, é provável que você lembre de alguns dos "tijolaços" do velho Briza.
RSUrgente analisa o brado "viva Leonel Brizola!" da candidata Yeda.
Briza nunca foi favorável a nenhum desses autoproclamados "novos" jeitos de governar. Seu modelo de governante, claro e explícito, sempre foi Getúlio Vargas. É bem diferente.
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Yeda cancela participação em debates.
No RSUrgente.
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Yeda propõe trazer ao RS o modelo de gestão da segurança aplicado por Alckmin em SP.
O crime organizado agradece.
No RSUrgente.
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E o candidato a vice Paulo Feijó admite que não tem nada sobre privatização no seu programa de governo, mas isso pode mudar.
Ou seja, o programa é mera tinta sobre papel.
No sítio do Olívio.
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E a candidata Yeda estava com o vice-prefeito de Porto Alegre, Eliseu Santos, quando ele manifestou desprezo pelas religiões afro.
Ela endossa a posição de Santos? Ela acha que religiões afro não são "obras de Deus"?
No RSUrgente.
terça-feira, 17 de outubro de 2006
O mais espantoso mesmo...
Também é espantoso que tal fato espantoso passe por algo natural.
segunda-feira, 16 de outubro de 2006
Outro "dossiê"
O Pirata nos apresenta em sua zine este bem fundamentado dossiê, com informações reunidas de várias fontes, todas citadas e lincadas (disponível em Power Point e PDF). Vai lá que é quentíssimo, e gratuito.
domingo, 15 de outubro de 2006
A cor da violência
O relatório do "Estudo das Nações Unidas sobre a Violência contra Crianças", encomendado pela ONU, aponta para o fato de 70% dos jovens entre 15 e 18 anos assassinados no Brasil serem negros. Além disso, segundo a Folha de São Paulo, "a raça também representa 70% na estimativa de 800 mil crianças brasileiras sem registro civil. Entre os indicadores negativos, os negros só perdem para a população indígena na taxa de mortalidade infantil".A violência, como fica confirmado mais uma vez, tem uma triste vinculação com os indicadores de desenvolvimento humano. Cruzando estes novos dados com os números de 2005 do PNUD, que informam que 64% da população negra vive na pobreza e que, dentre os 10% mais pobres da população brasileira, 71% são negros, não se pode pensar que é mera coincidência o fato desta população protagonizar a maior parte dos casos de violência do País. Excluídos da cidadania, sem perspectivas de estudo e trabalho, jovens de periferia são os indivíduos mais expostos à criminalidade, qualquer que seja o seu "papel" nos ciclos da violência.
Este massacre racial, assim caracterizado não só em razão da cifra absurda de homicídios que vitimam negros, mas também por uma cultura discriminatória que exclui milhões de brasileiros da cidadania, não gera tamanha comoção como a queda de um avião. É para o que alerta Cenise Monte Vicente, coordenadora do Escritório do Unicef em São Paulo: "Se somarmos as 14 mortes por dia, é mais de um Boeing a cada duas semanas, sendo a maioria formada por negros [...] É importante investigar as causas da tragédia do Boeing. Mas em relação a essas mortes [de jovens e negros], a gente não tem a mesma atitude e vigilância. Alguma coisa está errada."
sábado, 14 de outubro de 2006
Pietà

Today in Iraq nos traz a foto (acima) do corpo de uma garota de 8 anos, morta em um bombardeio estadunidense, sendo preparado para o funeral.
Os estadunidenses e ingleses suficientemente sofisticados para racionalizar perdas como a vida dessa garota de 8 anos deveriam ser, da mesma forma, igualmente sofisticados para reconhecer que, na cultura ocidental, a dor dos pais e parentes da garota morta é da mesma natureza da dor daquela que os devotos tratam como mãe e virgem ao mesmo tempo.
No fundo do que há de melhor na cultura ocidental há, entre outras coisas, a figuração da dor dessa mãe-virgem. Seu filho, o próprio Deus encarnado, é cadáver nessa representação.
O próprio Deus, cadáver, morto pelos homens, no colo da sua virgem mãe.
Se mortes como a da garota da foto não dizem nada para estadunidenses e ingleses, só posso achar que aquilo pelo que eles lutam é algum tipo de barbárie estranha. Se, do ponto de vista deles, tal morte não lhes diz respeito, só posso concluir que eles vivem em um mundo moral muito distante daquele fundamental para a cultura cristã-européia.
Se nessa história toda há alguém ameaçando a civilização européia, certamente não são aqueles com o raro privilégio e triste azar, nos últimos tempos, de viver num dos berços da mesma, entre os rios Tigre e Eufrates.
O neo gauchismo
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Uma Vale por dois YouTubes
NMM trata da "aposentadoria política" de Delfim Netto, ou melhor, da sua derrota nas últimas eleições.*****
Cocadaboa não entende como pode a Vale do Rio Doce, uma empresa gigante da mineração, pode ter sido vendida por FHC por meros 3,3 bilhões de reais, troco suficiente para comprar apenas duas vezes o YouTube, um sítio de vídeos adolescentes com 90% de conteúdo pirata.
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E o chefe do exército britânico disse que chegou a hora deles caírem fora do Iraque. Notícia no Guardian e no Financial Times.*****
Rafael Correa, candidato a presidente da esquerda Equatoriana, alerta para o risco de fraude na eleição de domingo. Notícia no 20 Minutos.
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RSUrgente acusa negligência da Secretaria Estadual de Meio Ambiente do RS no caso do último desastre ecológico no Rio dos Sinos.
Os eufemismos da Fiergs e mais
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Global Voices Online diz que Israel está usando na Palestina, além das armas que matam, armas que mutilam permanentemente. Common Dreams relata que está estourando uma guerra civil na Faixa de Gaza.
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CUT diz que Alckmin é mais do velho e ruim FHC. RSUrgente diz que gastos de Alckmin com deslocamentos no governo de SP são maiores do que o valor do avião presidencial, e que sua vontade de vender o avião da previdência é só mais uma face do seu desejo de vender o patrimônio público.
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Tupiniquim relata que milhares de pessoas se manifestaram hoje a favor dos índios mapuche em Santiago do Chile.
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CMI Brasil relata que várias famílias sem-teto ocuparam um prédio no Rio de Janeiro.
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
"Bye bye" - Alckmin tirando o corpo fora
Eis o que acontece quando o candidato que se diz ético e transparente tem que falar com uma imprensa de verdade. As perguntas pra valer vêem e ele tira o corpo fora. Diz "bye bye". Reclama que não era o combinado. Mas era o combinado. Só que para a repórter inglesa "combinado" não significa mera e simples propaganda. Significa uma pauta jornalística séria.
O vídeo acima mostra duas coisas. Primeiro, que Alckmin não assume responsabilidades. Segundo, que nossa grande imprensa está podre. Que outra resposta para a carência de tal tipo de questionamento nos nossos jornalões?
Com a palavra Alckmin, Folha, Estadão, Zero Hora etc.
Ensino superior: compatativo Lula x FHC
Durante os 8 anos de FHC/PSDB, as Universidades Públicas Federais foram sucateadas, o orçamento encolheu, os docentes e técnicos administrativos tiveram seus salários desvalorizados. Em quatro anos, o governo Lula retomou os investimentos e a valorização das Universidades Federais.
Desde 2004, o programa já criou 10 novas Universidades Federais e implantou ou consolidou 48 campi universitários, em todas as regiões do país, um crescimento de 24,65 % no número de IFES.
