Livro analisa conquistas e limites do processo político venezuelano. Em "A Revolução Venezuelana", Gilberto Maringoni desvenda o enigma oculto sob a campanha midiática anti-chavista: como é possível que um caudilho supostamente tão desastrado mantenha altíssimos índices de apoio popular durante tanto tempo? Para o autor, é errado reduzir, como insistem os detratores da experiência venezuelana, o prestígio de Chávez à bonança petroleira da última década. O artigo é de Igor Fuser está publicado aqui em Vi o Mundo.sábado, 30 de maio de 2009
Um retrato honesto da experiência venezuelana
Livro analisa conquistas e limites do processo político venezuelano. Em "A Revolução Venezuelana", Gilberto Maringoni desvenda o enigma oculto sob a campanha midiática anti-chavista: como é possível que um caudilho supostamente tão desastrado mantenha altíssimos índices de apoio popular durante tanto tempo? Para o autor, é errado reduzir, como insistem os detratores da experiência venezuelana, o prestígio de Chávez à bonança petroleira da última década. O artigo é de Igor Fuser está publicado aqui em Vi o Mundo.A "Disneylândia" de Aécio Neves
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Ali Mazloum e as marionetes

O antigo silêncio dos influencáveis

Qual a lógica que explica o silêncio de "formadores de opinião" sobre determinados temas e um entusiasmo frenético sobre outros? Uma denúncia feita pela revista Carta Capital, em 2004, e o silêncio com que foi recebida pela maioria dos meios de comunicação, pode ajudar a responder essa pergunta. Leia artigo de Gilson Caroni Filho aqui na Carta Maior.
Devemos permanecer leitores
A impressão que fica de "O Leitor Comum", livro de Virgínia Woolf, publicado pela Graphia, é a de que a escritora encadeia os seus textos buscando alcançar um público que se diferencia do crítico e do professor. Ela começa com um ensaio curtíssimo, quase um prólogo, que se ocupa de uma frase de Johnson: "Agrada-me concordar com o leitor comum"; e fecha com um ensaio mais longo sobre Como se deve ler um livro, dizendo: "O único conselho, de fato, que uma pessoa pode dar à outra sobre o ato de ler é não seguir conselho algum, seguir seus próprios instintos, usar suas próprias razões, chegar a suas próprias conclusões".
Texto completo no Terra Magazine.
Economistas dos EUA defendem resindicalização de trabalhadores
Um grupo de 40 importantes economistas dos Estados Unidos - incluindo, entre outros, Joseph Stiglitz, Jeffrey Sachs e James Galbraith - assinou uma declaração defendendo a importância de os trabalhadores voltarem a fazer parte de sindicatos para enfrentar a crise econômica. Só 7,5% dos trabalhadores do setor privado dos EUA estão neste momento representados por uma organização sindical. E, em todo ano de 2007, menos de 60 mil trabalhadores conseguiram ocupar uma posição sindical mediante eleições sancionadas pelo governo.
SinPermiso
Ainda que seu colapso tenha dominado a cobertura recente dos notícias nos meios de comunicação, o setor financeiro não é o único segmento da economia estadunidense que atravessa graves dificuldades. As instituições que governam o mercado de trabalho também fracassaram, gerando a insólita e insana situação atual, em que a remuneração dos trabalhadores norte-americanos estancou, apesar do aumento de sua produtividade.
Vejam mais em Carta Maior
Corpo em porão pode ser de Rosa Luxemburgo, diz legista alemão

Chile: polícia prende um dos assassinos de Víctor Jara
A policia chilena prendeu, na terça-feira à noite (26), o militar José Adolfo Paredes Marquez, de 54 anos, que confessou ter participado, em 1973, do assassinato do cantor e compositor chilenoVictor Jara, fuzilado com 44 tiros em um estádio convertido em campo de prisioneiros políticos, em Santiago. A execução ocorreu cinco dias depois do golpe de Estado que levou Augusto Pinochet ao poder (1973-1990) e marcou um dos períodos mais violentos da história política recente do Chile.
Paredes confessou à Justiça ser um dos soldados que fuzilaram o músico - que tinha 40 anos e equivalia, na cultura popular chilena, a artistas como o brasileiro Chico Buarque ou a argentina Mercedes Sosa, pelo engajamento político e oposição a governos militares.
Vejam mais no Vermelho
sexta-feira, 29 de maio de 2009
PF abre novo inquérito para investigar suposta espionagem de Protógenes
Protógenes, que está afastado da corporação, é réu em ação criminal por violação de sigilo funcional e fraude processual na Satiagraha. A reportagem não localizou o advogado Luiz Gallo, que defende Protógenes, para comentar o assunto.
A abertura do inquérito foi determinada pelo juiz da 7ª Vara Federal de São Paulo, Ali Mazloum, na mesma sentença na qual ele aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra o delegado por violação de sigilo funcional e fraude processual.
Confira o restante do texto na Folha Online.
A sentença Mazloum e a defesa de Dantas
As seguintes pessoas e órgãos, de maneira direta ou indireta, têm ajudado na defesa de Daniel Dantas: Gilmar Mendes, Ali Mazloum, Nabarrete, Conjur, Veja (através de Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo), Suzana Camargo.
No caso de Ali, sua decisão levantou como indícios de crime telefonemas de jornalistas ao delegado e procuradores, juizes e policiais conversando entre si por telefone. Queria que fosse como? Por pombo correio?
Confira os procedimentos do juiz Ali Mazloum e suas consequências no blog do Luís Nassif. Confira também o próximo post.
Holanda pode fechar presídios por falta de presos
Leia o TEXTO COMPLETO
Nova barrigada da Folha: "esqueceu" de contabilizar doações à Serra
"... Nas duas últimas eleições, a Petroquímica União repassou R$ 3,91 milhões a políticos. Em 2006, foram R$ 504 mil para o presidente Lula e R$ 251 mil para Geraldo Alckmin (PSDB)..."
Ardilosamente, a Folha "esqueceu" de contabilizar as doações da Petroquímica União em 2006 aos governadores.
A verdade nua e crua é que a Petroquímica União doou R$ 400 mil para José Serra e ZERO para Mercadante, os candidatos a governadores do PSDB e do PT, respectivamente.
Veja mais n'Os Amigos do Presidente Lula.
Petrobras capea la crisis en el exterior
Editora de Berlusconi recusa livro de Saramago
A editora italiana Einaudi, propriedade do primeiro-ministro italiano, recusou-se a publicar a tradução italiana de O Caderno, de José Saramago, por conter duras críticas a Silvio Berlusconi, classificando-o de "delinquente, corrupto, um líder mafioso". A Einaudi teve até hoje o exclusivo da publicação dos livros de Saramago em Itália, mas desta vez o seu livro ficará a cargo de outra editora. Aqui, a notícia completa.
Gravitação brasileira
Eles são corruptos. Mas querem investigar a Petrobras
Gazeta Mercantil sai de circulação
O diretor-geral do jornal Gazeta Mercantil Jackson Fullen acaba de avisar aos jornalistas da redação em São Paulo que o tradicional jornal econômico vai parar de circular amanhã (sexta). .
“Esta (de quinta) será a última edição do jornal”, disse o diretor em reunião com os editores.
O jornal completaria 80 anos em 2010. Fonte: Jornal Já.
Chávez exige punição a canal oposicionista

quinta-feira, 28 de maio de 2009
Crise econômica agravou abusos contra os direitos humanos, diz ONG
A crise econômica internacional agravou abusos aos direitos humanos, desviou a atenção deles e criou novos problemas, afirma um relatório anual divulgado nesta quinta-feira pela organização não-governamental Anistia Internacional.
De acordo com o documento, intitulado "O Estados dos Direitos Humanos em 2009", que traz dados relativos a 2008, "os direitos humanos estão sendo relegados a segundo plano em nome da recuperação econômica."
Continue lendo na BBC Brasil.
Série de ataques mata pelo menos nove no Paquistão
Série de ataques mata pelo menos nove no Paquistão
Pelo menos nove pessoas morreram nesta quinta-feira em uma série de ataques ocorridos na cidade de Peshawar, no norte do Paquistão, um dia após outro ataque que matou 24 pessoas na cidade paquistanesa de Lahore.
Notícia continua na BBC Brasil.