Vejam (êpa!) no CLOACA NEWS
Décadas atrás, o escritor Monteiro Lobato, aflito com a incultura e particularmente com contingente de iletrados, solicitou aos donos de "O Estado de S.Paulo" que o jornal fosse utilizado na luta para vencer o vergonhoso quadro de milhões e milhões de analfabetos no país. Após muito pensar, um dos proprietários respondeu ao criador do Sítio do Pica-pau Amarelo, provavelmente com o mesmo tom com que hoje condenam o voto dos pobres a uma espécie de sub-voto: “Ô Lobato, mas se todo mundo aprender a ler...quem é que vai pegar no cabo da enxada”. A proposta de Monteiro Lobato foi recusada. O pluralismo da psicanalista Kell, condenado. O artigo é de Beto Almeida.
Vejam o texto completo em CARTA MAIOR
Primeiro posto mundial em execuções de sindicalistas. Primeiro posto em homicídios de defensores de direitos humanos, e a medalha de prata em atentados contra jornalistas. Essas cifras arrepiantes não são mais que algumas das que poderiam por-se à mesa para configurar uma esclarecedora fotografía da realidade colombiana. Desde 1986 até o ano passado, 2.704 sindicalistas perderam a vida, dos quais 500 foram registrados durante os oito anos que o presidente ultra-direitista Álvaro Uribe (Partido de la U) permaneceu na Casa de Nariño, há pelo menos 300.000 pessoas desaparecidas, muitas das quais acabam aparecendo enterradas em fossas comuns.
Entre todas las supuestas amenazas contra la superpotencia dominante en el mundo, un rival está emergiendo callada y poderosamente: China. Y Estados Unidos está sometiendo las intenciones chinas a un estrecho escrutinio.El 13 de agosto, un estudio del Pentágono expresó preocupación de que China esté expandiendo sus fuerzas militares en formas que "podrían negar la operación de los barcos de guerra estadunidenses en aguas internacionales cercanas a la costa", informó Thom Shanker en The New York Times.
Vejam o texto completo em KAOSENLARED.NET
O assanhamento dos tucanos chega ao ponto de David Zylbersztajn, ex-genro de FHC que assessora ao mesmo tempo a campanha de José Serra e multinacionais de energia, inserir uma informação falsa no elogio ao regime das concessões, adotado quando era presidente da Agência Nacional do Petróleo. Os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso. O artigo é de Igor Fuser.
Igor Fuser
No embalo do segundo turno, os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Eles querem a abertura irrestrita das fabulosas reservas do pré-sal brasileiro, a maior descoberta petrolífera dos últimos trinta anos no mundo inteiro, à voracidade das empresas multinacionais. O assanhamento é tanto que, em entrevista ao jornal Valor, David Zylbersztajn, “assessor técnico” da campanha de Serra para a área de energia, distorceu completamente a realidade dos fatos com um grosseiro erro de informação ao defender que, num eventual governo demo-tucano, a exploração do pré-sal ocorra nos marcos do atual regime de concessões, em escandaloso benefício do capital transnacional."51% dos eleitores de Marina já declaram voto em Serra --o que explica o avanço maior do tucano em relação ao 1º turno; 22% preferem Dilma e 18% estão na coluna dos indecisos. Possivelmente esses 18% representem o cacife eleitoral efetivo de Marina; a uma decisão sua, podem decidir a disputa entre a candidata de Lula e o representante da coalizão demotucana. Marina quer tempo para pensar. Enquanto pensa, a direita e a extrema direita avançam agressivamente com o dispositivo midiático e religioso a sua disposição. Marina pode optar pela neutralidade. A neutralidade não para o relógio da história. Com o estreitamento das diferenças, a neutralidade pode decidir a eleição a favor da direita. Mesmo sem escolher, Marina terá escolhido então um lado. Esse é o jogo, Marina; e o segundo tempo já está sendo jogado."
O documento considera “mergulhada em contradições” a candidatura da oposição ao Governo Lula liderada por José Serra (PSDB).
“Tenta atrair os verdes, mas não pode tirar o velho e conservador DEM de seu palanque. Denuncia aparelhismos, mas já está barganhando cargos em um possível ministério. Proclama-se democrata, mas persegue jornalistas e censura pesquisas. Seus partidários tentam sair dessa situação por meio de uma série de manobras que buscam confundir o debate político nacional. Espalham mentiras e acusações infundadas”.
O manifesto condena a exploração eleitoreira da religiosidade popular.
Vejam mais em BRASILIA CONFIDENCIAL
Academicos e intelectuais que ousaram responder a estas perguntas foram ignorados ou ridicularizados pelas grandes mídias corporativas (e inclusive progressistas de esquerda), gurus políticos e funcionários do governo que claramente se propõe a silenciar o chamado "Movimento pela Verdade do 11-s" ou a qualquer pessoa que duvide da postura oficialmente proclamada pelo governo sobre este assunto. Sem dúvida, as perguntas não deixarão de aparecer e cada vez se pedirão mais respostas.
Desde a primavera de 2010 (do hemisfério norte), mais de 1.200 arquitetos e engenheiros estão pedindo uma nova investigação sobre o ocorrido em 11-s. Estes acadêmicos e construtores profissionais de edifícios estão motivados pelo fato de que tem resultado comprovadamente errôneas as múltiplas explicações do Informe da Comissão 11-s, os esclarecimentos científicos apresentaram defeitos e contradições e o povo estadunidense merece uma explicação baseada em fatos.
Vejam o texto completo em REBELIÓN.ORG

A declarações de Scheye, consultora de Chicago e presidenta do Scheye Group Ltd., foram feitas no painel "Tópicos acerca da economia cubana", evento que constituiu parte das atividades do Congresso da Associação de Estudos sobre a América Latina (LASA 2010), que acontece em Toronto, destaca a agência Prensa Latina.
“É simplesmente criminoso dizer a um enfermo que está a ponto de que o amputem a perna que o medicamento que pode salva-lo não corresponde ao interesse nacional", destacou Scheye.
Comentou que é praticamente impossível aos laboratorios norte-americanos associações de trabalho com seus homólogos da Ilha.
Vejam mais detalhes em CUBADEBATE-Contra o Terrorismo Midiático
"Wishful Thinking", esta expressão anglo-saxónica significa "tomar seus desejos pel realidade". Seja qual for o assunto, da autenticidade ou não do Sudário de Turim [1] aos atentados do 11 de Setembro de 2001, como se aproximar da verdade sem tomar os desejos pela realidade? 
A Sai Gon Tourist Company está oferecendo roteiros típicos para destinos favoritos no norte incluindo o Hanói-Outono e o Cidades Antigas do Vietnã, Sa Pa e Ha Long no Outono.
Anualmente, a agência de viagens em Hanói organiza roteiros turísticos sazonais - Primavera, Verão, Outono e Inverno - para regiões turísticas através de províncias no norte do país.
Mas neste ano, o Ha Noi-OutonoBut this year, the Hanói-Outono é visto como um programa mais atrativo porque coincide com as celebrações milenares das cidades.
(Legenda da Foto: Tranquilidade:: Hoan Kiem (Espada Devolvida?) É o lago mais visitado no roteiro para Hanói. — VNA/VNS Photo Trong Dat)
Vejam mais detalhes em VIÊT NAM NEWS
A guinada à extrema-direita do candidato Serra José Serra (PSDB-DEM-PPS) preocupa todas as forças democráticas do país, independentemente da opção partidária. O panfleto da Tradição Família e Propriedade – TFP, na reunião da coligação serrista é a ponta visível de um movimento que ficou mais cristalino a partir do momento em que Serra percebeu que, para ganhar e eleição, não bastaria posar de “novo Lula”; muito menos desenvolver debate saudável sobre projetos de governo.
No entanto, o início desta caminhada de Serra para o extremo direito do espectro político teve início quando o ex- ministro de FHC traçou as estratégias de campanha. Serra não conteve sua sede de poder ao permitir que fossem arregimentados os chamados trolls, que se enfronharam nas redes sociais como simpatizantes da sua candidatura, quando o real objetivo era difamar e provocar ativistas honestos e jornalistas imparciais.
Mas isso não foi o pior. Serra repercutiu em seu programa eleitoral o discurso do ódio anti-governo, anti-Lula e seus partidos aliados, que se espalhou em alguns segmentos preconceituosos da classe média, que multiplicaram spams difamatórios contra a candidata Dilma. Material tão ofensivo que merece uma investigação da Polícia Federal para se saber sua origem, tamanha a gravidade de seus conteúdos.
A situação atual é preocupante. O radicalismo da extrema-direita começa a esbarrar em agressões físicas para quem vota ou votou na candidata Dilma e coligação governista. Já começam a pipocar na rede depoimentos com este de Arnobio Rocha, que teve sua filha de 9 anos agredida na escola.
Vejam o editorial completo em NOVAE
Em ato pró-Dilma em São Paulo, a professora de filosofia da USP sugere que petistas deixem de atender à mídia
São Paulo – A filósofa Marilena Chauí fez palestra nesta sexta-feira (8), ao lado de intelectuais e membros do corpo docente da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (FDUSP) em um ato organizado para defender a candidatura da governista para a Presidência da República. Ela afirmou que o monopólio da imprensa no Brasil transforma a mídia em um agente antidemocrático e que a disputa não pode se tornar em um plebiscito sobre o aborto, baseado em boatos.A maioria dos participantes usou seu espaço de discurso para, além de diferenciar os projetos de governo dos candidatos, fazer críticas ao comportamento da imprensa.
Marilena Chauí defendeu que lideranças de esquerda e do PT deixem de atender jornalistas da imprensa convencional, em uma espécie de boicote a pedidos de entrevista. "Para defender a liberdade de expressão é preciso não falar com a mídia", propõe Marilena Chauí. Ela acredita que a mídia dá espaço para figuras do partido e de movimentos sociais apenas para "parecer plural", mas promovendo um "controle de opinião" sobre o que é publicado.
A professora aludiu ao caso da dispensa da colunista Maria Rita Kehl pelo jornal O Estado de S. Paulo. "A democracia não é simplesmente um regime da lei e da ordem", explicou, defendendo que é necessário haver diversidade de opinião na mídia. A professora esclareceu que não se pode permitir que três ou quatro famílias mantenedoras dos meios de comunicação pautem a agenda política do Brasil.
Vejam mais em REDE BRASIL ATUAL