sábado, 27 de agosto de 2011

Um balaço que feriu todo o Chile

Manuel Gutiérrez Reinoso tinha 16 anos e era um fiel integrante da Igreja Metodista Pentecostal, da vila Jaime Eyzaguirre, um dos setores populares da comunidade de Macul, localizada na zona sudeste de Santiago. Na noite de 24 de agosto, último dia da greve nacional convocada pela Central Unitária de Trabalhadores (CUT), “Manolito” saiu de sua casa para acompanhar seu irmão Gerson, em uma cadeira de rodas, a fim de observar os “panelaços” da população contra o atual governo de direita, presidido por Sebastian Piñera.

Mas Manuel nunca voltou para casa. Uma bala perdida o atingiu no tórax. “Estávamos caminhando na direção da passarela que está no final da rua quando apareceu um carro patrulha dos carabineiros e eles começaram a disparar. Estou certo que foram eles. Um dos tiros atingiu meu irmão no peito e ele caiu no chão”.





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Empresa na Colômbia é acusada de usar trabalho semiescravo na produção de atum enlatado

Poucos consumidores de atum enlatado ao redor do mundo sabem, mas boa parte do peixe consumido por eles é fabricado na Colômbia. Na paradisíaca Cartagena funciona a planta da Seatech International Inc., uma das empresas líderes no mundo no processamento e venda de atum enlatado e recentemente alvo de processos judiciais movidos por ex-trabalhadores colombianos. 


As denúncias contra a multinacional, cuja marca líder, Van Camp's, é exportada para os Estados Unidos e vários países da América Latina -- incluindo o Brasil -- e da Europa, variam de violação da jornada de trabalho até falta de atendimento médico a funcionários com LER (Lesão por Esforço Repetitivo), comum em fábricas onde há a repetição intensiva de movimentos. 




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Leia também: - Viverei com dores para sempre, diz ex-funcionária de fábrica na Colômbia.

Destruindo o mundo

O arsenal de guerra montado pelos Estados Unidos após o 11 de setembro, prestes a completar 10 anos, move números assustadores, não só em termos financeiros, mas também em vidas destruídas. Relatório recente com as cifras dos custos da guerra é tema da ‘Mundo de ciência’ na CH deste mês. 


4.000.000.000.000. Ponha um ‘US’ e um cifrão na frente desse número (sem dúvida, astronômico). É o quanto devem custar, ao governo dos Estados Unidos, as guerras que vieram depois do dia em que o mundo mudou para sempre: 11/09/2001.
Apesar da quantidade de zeros, aquele é um número frio – afinal, é só dinheiro. O pior está neste: 225.000. Representa as mortes causadas pelos conflitos desde então – 31 mil deles de militares e civis norte-americanos. Cerca de 140 mil desse total são civis iraquianos e afegãos – como sempre, as maiores vítimas das guerras são civis que delas não participam.
No caso, as guerras são as três conhecidas: Afeganistão, Iraque e Paquistão, respostas militares dos EUA aos ataques terroristas de 10 anos atrás ao seu território. Em tempo: some aos números acima quase 8 milhões de refugiados nesses três países. 

Vejam o texto completo em CIÊNCIA HOJE-SBPC

Lojas ao estilo Minority Report: publicidade é exibida para perfis específicos

Uma tela que exibe publicidades diferentes de acordo com o perfil do consumidor, tudo isso baseado no reconhecimento facial. Não é filme, mas sim um produto real desenvolvido pela Intel para os displays da NEC, empresa que fornece soluções tecnológicas para comunicação.


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EUA ameaçam cortar ajuda econômica caso Estado palestino seja reconhecido

Os Estados Unidos podem suspender a ajuda econômica aos palestinos, caso eles continuem buscando o reconhecimento do Estado palestino ou sua integração como membro de direito na ONU (Organização das Nações Unidas) em setembro.

A afirmação foi feita nesta sexta-feira (26/08) pelo cônsul geral dos EUA em Jerusalém, Daniel Rubinstein, ao dirigente da OLP (Organização para a Libertação da Palestina), Saeb Erekat. Os dois se encontraram na cidade de Jericó, na Cisjordânia, segundo comunicado da organização palestina.




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RS: Deputado aponta falhas na apuração de estupro em quartel

A denúncia de um caso de violência sexual, ocorrido em maio passado, dentro de um quartel do Exército Brasileiro no Rio Grande do Sul, permanece sem desfecho. Um recruta de 18 anos alega ter sido estuprado por quatro colegas, enquanto cumpria pena disciplinar em um alojamento do Parque Regional de Manutenção, na cidade de Santa Maria, a 290 quilômetros de Porto Alegre.
Nesta sexta-feira (26), o deputado estadual Jeferson Fernandes (PT), membro da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, acrescentou que o Inquérito Policial Militar (IPM), instaurado pelo Exército, foi encaminhado ao Ministério Público Militar, "que devolveu a peça porque ela não apresentava o exame de corpo de delito" feito pelo Instituto Médico Legal, exame realizado apenas após a solicitação da família do recruta.

Confira o restante do texto e a entrevista no Terra Magazine.


Leia também: - RS: Exército nega que tentou abafar denúncia de estupro.

Prédio da ONU na Nigéria é alvo de ataque a bomba

O prédio que abriga escritórios da Organização das Nações Unidas (ONU) em Abuja, capital da Nigéria, sofreu nesta sexta-feira 26 um ataque à bomba. O edifício fica na mesma área da Embaixada dos Estados Unidos. Pelo menos dez pessoas morreram. O crime ocorreu por volta das 11h (7h em Brasília).
Com a explosão, o térreo foi destruído. Não há um número preciso sobre os feridos. A polícia isolou o local e iniciou as investigações. As informações preliminares indicam que a explosão do prédio ocorreu porque um carro-bomba foi estacionado em frente ao edifício. Mas não há detalhes.

Um pouco mais sobre esta notícia na CartaCapital

Leia também, neste caso no Opera Mundi: - Grupo islâmico Boko Haram reivindica atentado na Nigéria.

‘Tememos ser os próximos a morrer’

‘Tememos ser os próximos a morrer’

“Essa morte nada mais é do que a permissão para assassinar, o direito de uma classe exercer a violência sobre a outra via eliminação física”. É assim que a liderança do MST no Sul do Pará, Charles Trocati, define o assassinato do agricultor Valdemar Oliveira Barbosa, 56, na manhã desta quinta-feira 25, em Marabá, em conversa com o site de CartaCapital, por telefone.
De acordo com nota divulgada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Barbosa, que era sócio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e líder de ocupações de terras na região, foi morto a tiros por dois pistoleiros que trafegavam em uma moto.


Continue lendo na CartaCapital.

Sobre crimes relacionados à posse da terra no Pará, leia também: - Famílias sofrem novas ameaças

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

« A Arte da guerra » - Assalto á mão armada em Tripoli

por Manlio Dinucci 


O que faria se um banco, no qual teria depositado 100 000 euros para os fazer render, lhe comunicasse que no espaço de um ano o valor do seu depósito estaria reduzido a menos de 2 000 euros ?
Isso foi o que aconteceu na Líbia, segundo uma pesquisa do Wall Street Journal [1]. Depois dos EUA e a União Europeia terem revocado o embargo em 2004, afluíram para a Líbia dezenas de bancos e instituições financeiras estadunidenses e europeias. Dentre as quais a Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimentos do mundo, cuja sede se encontra em New York. Na primeira metade do ano 2008, a Autoridade líbia para o investimento confiou-lhe 1300 milhões de dólares em fundos soberanos (capital que o Estado investe no estrangeiro). O banco Goldman Sachs investiu-os num conjunto de seis empresas : a Citigroup Inc. dos EUA, o banco italiano Unicredit e o banco espanhol Santander, a companhia de seguros alemã Allianz, a fornecedora de energia francesa Électricité de France e a italiana Eni. Um ano depois, a Goldman Sachs comunicou á Autoridade líbia que, por causa da crise financeira, os fundos líbios tinham perdido 98 % do seu valor, sendo que os 1 300 milhões ficaram reduzidos a 25 milhões de dólares.

Vejam o texto completo em VOLTAIREnet.org

Youtube censura informação contra-hegemônica sobre a Líbia

Estes casos demonstram o controle férreo e a censura a que são submetidos os conteúdos que são emitidos no Youtube quando o que se quer publicar pode afetar os interesses geopolíticos dos EEUU.

Andres Sal.lari | Para Kaos en la Red | 25-8-2011 a las 23:17

Mexaldo é o nome de meu canal no Youtube, durante mais de 20 carregamentos não tive nenhum problema com o servidor, mas nesta semana quando baixei o vídeo do noticiário internacional de Bolívia TV que denunciava que os rebeldes líbios eram aliados dos Estados Unidos alguém decidiu bloquear o vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=r6SMndPl7Mc), Youtube me informou que meu vídeo "Líbia: Os rebeldes do Império" pode incluir conteúdo administrados por essas entidades ou que seja propriedade das mesmas; e nomeia como dona das imagens a Hawa Limited.  


Vejam o texto original em KAOSENLARED.NET ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION

Charge de Adan

Charge de Adan vista em

Eu, robô Pioneiro da ficção científica, A Guerra das Salamandras antevê um mundo dominado pela globalização e consumo

Roberto de Sousa Causo
Publicada originalmente em 1936, A Guerra das Salamandras (Vàlka s Mloky) é uma obra de gênio, que captura muito do clima social e político do período do entreguerras. Seu autor, o tcheco Karel Čapek (1890-1938), é famoso por ter criado a palavra “robô” na peça R.U.R., de 1920, encenada pela primeira vez no Brasil em 2010, com direção de Leonel Moura.
Os robôs de Čapek, porém, são seres produzidos artificialmente e dotados de componentes orgânicos, conceito que a ficção científica firmaria mais tarde como “androide”. “Robô” veio do neologismo tcheco “robota”, sugerido a Karel por seu irmão Josef, e significa “trabalhador em regime de servidão”. Os androides da empresa norte-americana que os produzem são símbolos da exploração do trabalho, e a peça termina com uma destrutiva e malfadada revolta dos seres artificiais. 

Vejam o texto completo na REVISTA CULT

A EUTANÁSIA DO ESTADO DO BEM-ESTAR SOCIAL

"A Espanha caminha desastrosamente para figurar nesta crise como um caso patético de rendição do Estado aos ditames dos mercados. O premiê José Luis Zapatero, a exemplo de outros líderes da social-democracia europeia, renega a origem política a apenas três meses da sua sucessão enfraquecendo-se ainda mais dentro do próprio partido e junto à opinião pública progressista. Zapatero lidera um acordo com a direita do Partido Popular para promover uma reforma constitucional a toque de caixa. A intenção é inscrever a ortodoxia fiscal na Carta espanhola, obrigando governantes a perseguir um déficit próximo a zero. Em plena desordem gerada pela crise das finanças desreguladas, renuncia-se à indução estatal quando mais que nunca ela se faz necessária. Além do mal-estar criado nas fileiras do PSOE, sindicatos rechaçaram a idéia, abraçada entusiasticamente pela direita do PP.  Zapatero promove a eutanásia do Estado do bem-estar social baseado num cálculo político ingênuo. Seu governo termina espremido pelo mais elevado nível de desemprego da zona do euro. A taxa média de desocupação é de de 20%, mas salta para 45% entre os jovens. O sistema bancário verga sob dívidas privadas e ativos podres de futuro insondável. A bolha imobiliária espanhola estourou deixando um encalhe de 700 mil imóveis e mais de 20 bilhões de euros em ativos imobiliários micados nas carteiras dos bancos. Outros 30 bilhões de euros em terrenos estocados sufocam a contabilidade bancária e as  caixas previdenciárias.  O conjunto repercute no risco-país e se cristaliza em custos elevados para a colocação de títulos da dívida pública junto a fundos e investidores ariscos. Para ‘acalmá-los' Zapatero se propõe a tornar o arrocho fiscal algo tão importante na Constituição quanto o direito à vida e à dignidade - algo como designar o diabo para guardar a chave do céu. Que isso parta de um líder socialista apenas confirma a profundidade da colonização mental exercida pelo neoliberalismo na esquerda europeia. Não por acaso o continente representa hoje o epicentro da crise. Dificilmente sairá dela para algo melhor, a menos que a resposta venha das ruas."

(Carta Maior; 6º feira, 26/08/ 2011)

O mundo à beira do caos

A crise do capitalismo é tão profunda que até os líderes dos EUA e da União Europeia e os ideólogos do neoliberalismo assumem essa realidade. Estão alarmados por não enxergarem uma solução que possa deter a corrida para o abismo. Esforçam-se sem êxito para que apareça luz no fim do túnel.
 
 Apesar das contradições existentes, os EUA e as grandes potências da União Europeia puseram fim às guerras interimperialistas - como a de 1914-18 e a de 1939-45 – substituindo-as por um imperialismo colectivo, sob a hegemonia norte-americana, que as desloca para países do chamado Terceiro Mundo submetidos ao saque dos seus recursos naturais.
 
Mas a evolução da conjuntura mundial demonstra também com clareza que a crise do capital não pode ser resolvida no quadro de uma «transnacionalizao global», tese defendida por Toni Negri e Hardt no seu polémico livro em que negam o imperialismo tal como o definiu Lenine. Entre os EUA e a União Europeia (e os países emergentes da Ásia e da América Latina) existe um abismo histórico que não foi nem pode ser eliminado em tempo previsível.
 
A crescente internacionalização da gestão não desemboca automaticamente na globalização da propriedade. O Estado transnacional, a que aspiram uma ONU instrumentalizada, o FMI, o Banco Mundial e a OMC é ainda uma aspiração distante do sistema de poder.*
 
O caos em que o mundo está cair ilumina o desespero do capital perante a crise pela qual é responsável. 
  
Vejam o texto completo em AMÉRICA LATINA EM MOVIMENTO

Comunicação: uma semana, duas derrotas da desregulamentação

Na semana passada, a luta pela regulamentação democrática da comunicação e por sua regulamentação, sofreu duas derrotas gravíssimas: na Câmara, o projeto que flexibiliza, sem fiscalização, portanto, desregulamenta, a veiculação da Voz do Brasil, foi aprovado sob monitoramento da ABERT, e , no Senado, aprovou-se o projeto 116 que transfere o oligopólio da TV paga no Brasil , até agora sob domínio de grupos nacionais, para o controle do capital estrangeiro que domina as empresas de telecomunicações. Ambos com aplausos da esquerda!.

No primeiro caso, o problema da veiculação do programa Voz do Brasil em horários inadequados para os estados amazônicos com fuso horário poderia ter sido perfeitamente resolvido com uma medida administrativa no âmbito da EBC. Uma portaria, uma orientação, que determinasse a gravação do programa para sua exibição às 19 horas, de acordo com o fuso horário local. Ou seja, não era necessário punir a esmagadora maioria do público ouvinte para atender uma necessidade do público minoritário amazônico, situação que poderia ter sido contornada sem a necessidade de lei que ameaça concretamente o futuro da Voz do Brasil. 

Vejam o texto completo em AMÉRICA LATINA EM MOVIMENTO

ENTENDENDO A IDÉIA IMPERIALISTA ATUAL

Por Anna Malm*
A  política intervencionista dos Estados Unidos está mais preocupada em proteger um certo tipo de sistema de investimentos ao redor do mundo  do que preocupada com investimentos de uma maneira geral. Para proteger o sistema global de investimentos  que poderá viver das consequências de uma política e uma economia neoliberal  estão dispostos ao que quer que seja como a história pode comprovar. Daí vem a denominação neoliberal intervencionismo.
Os Estados Unidos irão  apoiar governos que estejam tentando suprimir movimentos sociais  assim como irão apoiar movimentos  tentando derrubar um governo específico. Algumas vezes apoiam governos ditatoriais e parecem nem saber como soletrar  a palavra democracia.  Outras vezes exigem que um candidato  eleito em  maioria absoluta entregue seus posto à alguém não eleito,  mas preferido por eles.  
Apesar de muitas vezes as suas estratégias apresentarem uma aparência de confusão ou falta de coerência  não seria correto afirmar que eles não tivessem  uma política exterior racional.  Há que distinguir entre estupidez e subterfúgio. A política imperialista é racional. O sistema central de organização é invariavelmente o de fazer o mundo seguro,  não para os povos, mas para as multinacionais e para o mercado livre de acumulação do capital e isso muito especialmente se as premissas levarem  a uma economia neoliberal,  sem influência ou supervisão estatal.  Para o trabalhador e para o povo comum isso significa  mais pobreza generalizada. O nervo da política imperialista na arena internacional resume-se em última instância à isso.

 Vejam o texto completo em PATRIA LATINA

‘Mulheres desonestas’ no banco dos réus

Uma camareira de 32 anos foi estuprada em um quarto do hotel onde trabalhava em Nova York. Mal podendo caminhar, chegou com dores até o hospital, onde foi diagnosticada (e comprovada) a agressão por estupro, sexo oral forçado e sequestro. A mesma Justiça que autorizou a prisão e exposição no cárcere do acusado – o todo poderoso chefe do Fundo Monetário Internacional, o francês Dominique Strauss-Kahn – decidiu, cerca de três meses depois, que a acusação era inválida. O motivo: a vítima, Nafissatou Diallo, imigrante da Guiné, não tinha “credibilidade”. A própria Promotoria arquivou a acusação argumentando que a funcionária mentiu durante os interrogatórios e tinha elos com criminosos.




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Outro agricultor é assassinado


O agricultor Valdemar Oliveira Barbosa, 56, foi assassinado à tiros na manhã desta quinta-feira 25, em Marabá, no interior do Pará. Conhecido como Piauí, ele também era sócio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e líder de ocupações de terras na região.
De acordo com a nota divulgada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), o assassinato foi cometido por dois pistoleiros que trafegavam em uma moto. Segundo a Agência Pará de notícias do governo do estado, a Polícia Civil já iniciou as investigações do assassinato do agricultor.

Mais na CartaCapital

Líder da vitória do Vietnã contra EUA completa 100 anos

O general vietnamita Vo Nguyen Giap, líder da vitória militar de seu país contra franceses e norte-americanos, completou 100 anos nesta quinta-feira (25/08) em um hospital de Hanói, onde está internado há meses por problemas de saúde. Fontes citadas pela imprensa local indicaram que o aniversariante estava acordado e reconhecia os visitantes que o cumprimentavam pelo centenário. 




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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Contrainjerencia.com foi vítima de sabotagem depois de publicar a lista de terroristas asilados nos EEUU

24 de agosto de 2011

"O site de Contrainjerencia.com foi vítima de sabotagem ontem pela manhã, justamente após dar ampla publicação de uma lista de terroristas refugiados nos EEUU. Ainda estamos restabelecendo o funcionamento" informa um porta-voz do site.

"O que confirma o trabalho de um hacker é que na base de dados ele atacou precisamente a "Pasta" que reúne as identidades e as fotos de uns sessenta delinquentes prófugos, todos vinculados aos EEUU de uma forma ou de outra. Trata-se de uma intromissão feita por "profissionais" do "hacking" cuja origem não há dúvida", precisou.

"Os EEUU estão constantemente atacando Cuba e Venezuela a respeito do tema "terrorismo" quando o Departamento de Estado hospeda descaradamente em seu território assassinos, torturadores e terroristas não só da América Latina mas do mundo inteiro", afirmou.  

Vejam o texto original com a relação de terroristas em CONTRAINJERENCIA.COM ou uma tradução livre no blog NEBULOSA.DE.ORION