terça-feira, 11 de maio de 2010

Serra: vários pregos, sempre a mesma ferradura

Fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato tucano é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor.

O incômodo de Serra com a entrevista de dois de seus agentes econômicos revelando como a coligação tuco-dema vai ferrar o Brasil, impondo-lhe uma recessão como a que o FMI e UE agora fazem cair sobre a Grécia é muito expressivo.

Mas não só do passa-moleque que se está preparando para o eleitor. É claro que a função do candidato, nessa altura, fica sendo mais a de espalhar uma cortina de cinzas sobre o verdadeiro Cavalo de Tróia que querem por de volta na economia brasileira, além do freio nos dentes do povão brasileiro – essa eterna “fonte de inflação” para os economistas desse grupo.

Também fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor, ou até nas suas costas. Então suas frases e intervenções ficam assim como desossadas, sem esqueleto que as sustente, como uma geléia exposta ao sol e sem prato que a sustente pelas laterais.


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Editorial da CARTA MAIOR

"Você e o pessoal do sistema financeiro podem ficar tranquilos que não vai ter nenhuma virada de mesa". A frase foi dita, em tom exasperado, pelo candidato José Serra, que destratou a jornalista Míriam Leitão ao vivo, alto e bom som, em entrevista à rádio CBN, ontem (dia 10 de maio). Mas isso não era para ser dito no rádio. Daí a irritação. Serra saiu do sério e bateu boca, sem dó nem piedade. Logo ele, que diz ter se preparado a vida inteira para este momento, não estava preparado para ser pego de surpresa e ter que declarar, com todas as letras, algo que deveria ser mantido em conversas de bastidor. E, imagine, arrancado justo por uma jornalista que deveria ter, como sua obrigação profissional diária, facilitar as coisas para o candidato da oposição, e não arremessar-lhe bolas divididas. Fogo amigo! Modéstia às favas, a palavra mais repetida por Serra ao longo de sua emissão radiofônica e histriônica foi "eu". Entre um "eu isso", "eu aquilo", indignado com a pergunta, Serra mostrou para que está "preparado". Está preparado para ser o candidato dos ricos. Preparado para ser o representante da Avenida Paulista. Preparado para unir dois lados que se odeiam, mas que perfilam ombro a ombro: a FIESP e a Febraban. E agora, José? Como fica aquela fotomontagem angelical da capa da Revista Veja? Foi-se por água abaixo, em trinta segundos de bate-boca. Também caiu por terra o arremedo de contrariedade com a política monetária do Banco Central. A contragosto, Serra teve que confessar: baixar juros, só quando a inflação estiver caindo; de preferência, com deflação. Quanta ousadia!"
(Carta Maior; 11-05)


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Comparação de redes: código genético contra código Linux


Comparação de redes formadas pelo código genético e as do sistema operacional Linux tem sido feita deixando constância nas diferenças fundamentais entre a programação biológica e a computacional.
As formas não são similares, o que reflete a evolução dos parametros de cada processo. A biologia é impulsionada por mutações aleatorias e pela seleção natural. O software é um ato de "desenho inteligente".

"Um dos maiores problemas dos dados biologicos é que há intuições sobre eles. É como uma balbúrdia de simbolos. Uma forma de obter essa intuição é o mapeamento de sua estrutura em algo que conheçamos", disse Marc Gerstein, especialista em informática da Universidade de Yale e co-autor do estudo. "O Linux está mudando e em plena evolução. Mas a diferentemente da evolução em biologia, sabemos exatamente o que está se passando.".

Já fazem varios anos, Gerstein aperfeiçoou uma técnica para converter redes genéticas, umas representações densamente entrelaçadas de interações geneticas, em mapas hierarquicos. Na parte superior se encarregam de controlar a atividade de muitos outros genes. Na parte inferior estão os cavalos de batalha, que bombeiam o código proteínico. Na metade estão os controles intermediarios, que fazem um pouco de ambos.
(...)
Por que os investigadores não comparam as redes genomicas com o sistema operacional Windows? Porque isso está proibido, respondeu Koon-Kiu Yan, biofísico da Universidade Stony Brook e co-autor do estudo, "o Windows não é de código aberto".



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GRÉCIA - A corrupção

John Brown

Capitals are increased by parsimony , and diminished by prodigality and misconduct
(“Os capitais aumentam mercê da parcimônia e diminuem como efeito da prodigalidade e a conduta licenciosa”. Adam Smith, The Wealth of Nations)

Segundo nos informa a imprensa ocidental, sobretudo a alemã, a corrupção é uma das caracteristicas fundamentais do Estado grego. Em todas as esferas da vida pública o interesse privado prevaleceria sobre o interesse geral e proliferariam por toda a parte as praticas nepotistas. A população viveria assim submissa na mais absoluta carência de virtude cívica: seriam preguiçosos, mentirosos e ladrões. O ataque dos mercados financeiros contra a Grécia estaria assim plenamente justificado pelas debilidades estruturais de um sistema corrompido e não se justificaria de modo algum que os laboriosos alemães socorressem aos folgados helenos. Este discurso, de evidentes conotações racistas, recorda a retórica orientalista amplamente utilizada pelo colonialismo israelense na Palestina, mas anteriormente também pelo francês na Argélia ou o britânico no Egito ou Iraque. Trata-se em todos estes casos de demonstrar a incapacidade de todos esses povos para governar-se a si mesmos. Os povos arabes, igual aos balcanicos, os turcos ou os gregos necessitariam uma tutela exterior ou um regime ditatorial interno (ou uma compinação de ambos) para poder aproveitar as conquistas da modernidade: comércio, indústria, democracia etc. A Sociedade das Nações assim o reconheceu no caso dos paises do Machrek que se libertaram do império otomano: não estavam maduros para constituir um Estado moderno e necessitavam de longos periodos de protetorado ocidental para chegar algum dia à maioridade. A Palestina segue hoje esperando que os ocidentais reconheçam essa maioridade: os mais ingenuos ou desonestos confiam a eles a dura pedagogia do infinito "processo de paz" imposto pelos Estados Unidos e Israel.


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Charge do Pedro Mendez


Charge do Pedro Mendez em REBELIÓN.ORG

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Os petroleiros brasileiros começam a ser entregues

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa hoje (7), no Estaleiro Atlântico Sul, no Porto de Suape (PE), do lançamento do primeiro navio petroleiro do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

É também o primeiro navio petroleiro construído no Brasil a ser entregue ao Sistema Petrobras em mais de 13 anos. O Promef é um projeto do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O petroleiro, que vem sendo considerado uma marco na retomada da indústria naval brasileira, tem 274 metros de comprimento, capacidade de transportar 1 milhão de barris de petróleo e foi encomendado pela Transpetro, empresa de logística e transporte do grupo Petrobras. O custo foi de R$ 300 milhões.

A embarcação será batizada com o nome de João Cândido em homenagem àquele que ficou conhecido como Almirante Negro ao liderar a Revolta da Chibata, movimento iniciado no Rio de Janeiro em 1910, contra a aplicação de castigos físicos a marinheiros. O filho de João Cândido deve participar do evento.


Continua no blog do Luís Nassif.


Candidato sofre ameaça de morte no Facebook

O candidato colombiano à presidência pelo Partido Verde, Antanas Mockus, recebeu uma ameaça de morte ontem por meio da rede social Facebook, que obrigou a polícia a reforçar sua segurança.

Um grupo chamado "Me comprometo a matar Antanas Mockus antes do dia 30 de maio" apareceu no Facebook e foi desativado da rede horas depois.


Continua no INFO Exame.


Marcadores: "Antanas Mockus"


O novo estilo Serra e o desafio da informação

É curioso essa guinada no estilo, em plena era da informação. No governo de São Paulo, Serra atuou com agressividade ampla em relação não apenas a adversários, mas a qualquer pessoa que ousasse fazer uma crítica. Do lado jornalístico, manteve marcação cerrada, conseguindo o pescoço de críticos e – através de um Secretário de Comunicação troglodita – ameaçando jornais de interior que ousassem criticar e investindo sobre os maiores que abrigassem artigos contrários.

No caso do Valor Econômico, usou todo o poder do Estado para conseguir espaço para um artigo do Secretário de Justiça acusando uma jornalista – que ousou criticar a lei antifumo – de estar a soldo da indústria do cigarro. Obrigou o Paulo Markun a romper meu contrato com a TV Cultura logo após artigos meus mostrando a deterioração dos balanços da Sabesp. Depois, na sucessão derrubou Markun – porque sua lealdade não era a Serra mas ao governador de plantão – para colocar um secretário seu na presidência.

O inferno em que se transformou a vida política nacional nos últimos anos, a sucessão de factóides, CPIs, dossiês, a truculência desmedida, a radicalização irresponsável – e que deixará marcas profundas na divisão do país – foi tocada por pessoas estreitamente ligadas a Serra – Raul Jungman e Marcelo Itagiba. A montagem da rede de ataques à reputação pela Internet foi feita foi seu chefe de campanha, Eduardo Graeff.

Valeu-se do blogueiro Reinaldo Azevedo para ataques desqualificadores contra jornalistas, adversários dentro do PSDB, adversários fora do PSDB, com uma virulência incompatível com qualquer limite jornalístico. Foi alertado por amigos próximos, em vão. A síndrome do Escorpião foi maior que a prudência política.


Texto completo (beeem longo) no blog do Luís Nassif.

Lançado o 'Sul 21'















*Mais vida inteligente na Net! Sul 21, o novo jornal eletrônico do RS, já está no ar: acesse http://sul21.com.br/

Órgão da ONU condecora Lula "campeão" do combate à fome

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira o título de "campeão mundial" no combate à fome e à desnutrição infantil. A condecoração foi dada pelo Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas.

O anúncio foi feito pela diretora-executiva do órgão, Josette Sheeran. Em discurso nesta manhã, ela disse que o Fome Zero é uma estratégia "holística" e que o Bolsa Família inspira famílias brasileiras a terem responsabilidade.

Charge do Pedreira


Charge do Pedreira em REBELIÓN.ORG

MUNDO, VASTO MUNDO


Que semana movimentada, de Atenas a Nova York, passando pelo ninho tucano. Nem tudo são flores, muito pelo contrário. Mais uma vez, como acontece nestes momentos de nervosismo e abalos para certos setores do capital, analistas de sempre são convocados para dizer que, no caso da Grécia, os remendos a serem tentados vão superar a mais recente crise do modo de produção que no decorrer da história tem enfrentado outras de mediana ou grande envergadura.

A Grécia, que recebe injeção de bilhões de euros da Alemanha, França e outros países europeus, e até uma grana de menor porte do Brasil, parece encontrar-se nos estertores. O governo socialista de George Papandreus, de uma tradicional família grega que já dirigiu o país em outras ocasiões, seguiu radicalmente o modelo de austeridade propugnado pelo neoliberalismo. O povo, de muita tradição de luta mas que andava meio apático, teve de protestar nas ruas contra o rebaixamento dos salários e aumento de impostos. A repressão foi violenta com três mortes e muitos feridos.


Vejam o texto completo em DIRETO DA REDAÇÃO

PROCURA-SE GREGÓRIO BEZERRA.


Recife (PE) - Há coincidências que não se explicam. No mesmo dia em que o STF derrotava a revisão da Lei da Anistia, por entender que essa lei era fruto de um acordo entre torturadores e torturados, entre homicidas do Estado e vítimas, nesse mesmo dia o livro “Soledad no Recife” abria um seminário na USP sobre Escritas da Violência. Entendam, essa coincidência não é um arbítrio burro do colunista, que estaria ligando fatos distintos sem qualquer relação. O livro que abria o seminário narra um, seis, das centenas de crimes da ditadura até hoje sem punição.

No entanto a coincidência maior viria à noite, durante uma conversa em um restaurante paulista que serve arroz e feijão. Na mesa, a editora Ivana Jinkings, da Boitempo, mencionou de passagem que gostaria de ter mais fotos de Gregório Bezerra, para o livro de memórias do comunista que vai editar. Sim, eu lhe disse enquanto esperava o feijão e bebia uma cachaça, constrangido por beber álcool sozinho como um degenerado, sim, eu lhe disse, esse livro será um best-seller, porque atende a todos os públicos do Brasil. Assim disse porque, como todo autor, olho o miolo do livro, as páginas impressas. Ao que a editora, com o gosto da estética do objeto livro, insistia, “mas eu quero fotos de Gregório nos dias de sua prisão no Recife”.


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domingo, 9 de maio de 2010

Secretário geral do Conselho da Europa adverte contra intenções de tergiversar a história da II Guerra Mundial

Moscou, 9 de maio, RIA Novosti. O Secretário geral do Conselho da Europa, o norueguês Thorbjorn Jagland, declarou hoje que são inadmissiveis as intenções de tergiversar a história da II Guerra Mundial.

"Não permitirei que tergiversar os resultados da II Guerra Mundial. É indiscutível que seria impossível ganhar a guerra sem o sacrifício do povo soviético", expressou Jagland que cumpre uma visita a Moscou.

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Os segredos da Blackwater

Em gravações secretas obtidas eta semana pelo investigador estadunidense Jeremy Scalhill, o presidente da conhecida empresa de mercenarios, Blackwater, revelou planos para executar guerras clandestinas em varios paises do mundo.

Nas gravações, Erik Prince, fundador e presidente da Blackwater, (agora conhecido como "Xe"), explicava que a Blackwater enviaria mercenarios armados, contratados pelo governo dos EEUU, para lutar contra "terroristas" na Nigéria, Yémen, Somália e Arábia Saudita. Especificamente, o objetivo dessas missões seria combater a influência do Irã na região, confirmou Prince em suas declarações.
(...)
Destes 500 mercenários, uma equipe está especificamente dedicada a Cuba e forma parte dos esforços de Washington para promover uma "mudança de regime" e uma "transição" na ilha caribenha.

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Brizola Neto: mídia e PSDB pressionam TSE a perseguir o PT

Já está mais que clara a estratégia da direita — PSDB, DEM e grande mídia — de levar a disputa política para os tribunais. Não é uma estratégia jurídica, é uma estratégia política. Como sabem que não serão cobrados publicamente por seus atos, a aliança demotucana vai entrar na Justiça Eleitoral por qualquer coisa, mesmo de má-fé, como foi o caso da ação contra a pesquisa Sensus.

Por Brizola Neto, no blog Tijolaço

Mentiram deslavadamente e, quando flagrados, disseram que tinham errado apenas por “trocar” os números que apontara como falsos usando uma outra pesquisa qualquer, que não tinha a menor semelhança. Ficou por isso mesmo. Não foram cobrados na Justiça e nem um artiguete de condenação moral saiu contra isso nos grandes jornais.


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Depois do Quarto, surge agora o Quinto Poder

O batismo oficial no novo jargão aconteceu esta semana em São Petersburgo, na Florida, Estados Unidos durante uma conferência de dois dias entre blogueiros autônomos, especialistas universitários, gurus da internet, empreendedores virtuais e jornalistas profissionais.

A imprensa tradicional, tida como um quarto poder por sua enorme influência na área nacional dominada pelos três outros poderes (executivo, legislativo, judiciário), tem agora ao seu lado um eclético e emergente quinto poder, formado pelos novos protagonistas da comunicação digital.


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Bancos sem mitos

O humor veio colaborar com a compreensão desta e de crises financeiras anteriores. Com ironia, o humorista gráfico espanhol, conhecido como El Roto, fez uma ilustração na qual um banqueiro diz: “A operação foi um sucesso: fizemos parecer uma crise o que não passou de um saque”. Recessão, destruição de empregos, protestos populares e mortes, aumento de impostos regressivos e redução de salários e aposentadorias, que conformam um quadro de profunda deterioração social são considerados danos menores. O artigo é de Alfredo Zaiat, do Página 12.

Editorial da CARTA MAIOR

"Modo demotucano de governar, uma ilustração pedagógica:

(I)

Serra diz que vai manter, até ampliar o Bolsa Família. Em São Paulo recursos destinados ao congênere tucano,‘Renda Cidadã, tiveram um corte de apreciáveis 38% de 2008 para 2009. No ano eleitoral de 2006, o programa atendia a 160 mil famílias; caiu para 137,3 mil em 2009; poderá crescer de novo agora; o efeito sanfona reflete o ‘senso de oportunidade' ,digamos assim, do candidato do conservadorismo brasileiro (com informações FSP, 09-05)

(II)

Serra diz que vai resolver a questão da violência com energia, além de prometer um novo Ministério da Segurança Pública -- 'separado da Justiça' . Em São Paulo, a polícia tucana matou 40% a mais neste 1º trimestre; o total de furtos caiu, mas a maior violência, o homicídio, cresceu 7% no Estado e assustadores 23% na capital."

(Serra diz qualquer coisa; e se desdiz em cada uma delas; Carta Maior)

Vejam em CARTA MAIOR

É assim que o Brasil pode mais?


Em comemoração aos 20 anos da Constituição, completados no último dia 5 de outubro, a assessoria do DIAP faz um resgate histórico dos trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte, período que culminou com a promulgação da Carta Cidadã, quando o Departamento produziu a publicação "Quem foi Quem na Constituinte". Conheça quem foi José Serra...

1) -Votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;
2) -Votou contra garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
3) -Votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
4)- Votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;
5) -Negou seu voto pelo direito de greve;
6) -Negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;
7)-Negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;
8)-Negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;
9 -Negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;
10) -Negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;
Fonte: DIAP -- “Quem foi quem na Constituinte”


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